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Depois de avanços e recuos, o projeto do Milan para um novo estádio a solo ganhou mais força. Em 2021, os rossoneri e o Inter tinham acordado a construção de uma nova casa conjunta no lugar do Giuseppe Meazza mas a proibição da sua demolição levou a que a ideia perdesse pujança. Agora, financeiramente mais estável, o Milan escolheu o projeto da Manica - firma especializada na construção de recintos desportivos, nomeadamente nos EUA - de entre um total de 13 em cima da mesa e deu um passo importante rumo à 'emancipação'.
Assim, este novo projeto prevê um estádio com capacidade para 70 mil espectadores, dois anéis, os maiores ecrãs gigantes no país, um museu e todo um centro desportivo e económico que 'viva' para além dos jogos da equipa de futebol, tornando-se num espaço dinâmico e de referência ao nível do entertenimento na Europa - recebendo concertos ou outro tipo de eventos. A ideia passa por iniciar a construção em 2025 e terminá-la até 2029, altura em que o Milan passaria a atuar na nova casa, colocando um ponto final numa ligação a San Siro que começou em 1926.
O local do estádio também irá mudar, com o clube a mudar-se para os arredores de Milão, mais concretamente para a comuna de San Donato. A título de comparação, San Siro encontra-se numa zona central.
Por Record