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O multimilionário e político Silvio Berlusconi concretizou a venda do Milan a investidores chineses no verão e os adeptos do clube ganharam renovada fé na conquista do título graças aos mais de 200 milhões de euros gastos em contratações. Mas em setembro já tinham descido à terra depois de uma série de maus resultados. E a crise tem vindo a agravar-se, mesmo depois de Vincenzo Montella ter sido despedido para dar lugar a uma antiga glória, Gennaro Gattuso.
Paolo Berlusconi, antigo vice-presidente dos rossoneri e irmão de Sivio, não escondeu o profundo desapontamento que sente, apesar de reconhecer que é preciso tempo à nova administração, numa fase que é de transição:
"Todos os adeptos estão a sofrer muito. Pensei que deixa de sofrer ou passava a sofrer menos depois do clube ter sido vendido, mas nada mudou. Depois de um grande investimento em contratações temos menos pontos do que tínhamos na mesma altura no ano passado e a equipa ainda não mostrou que é competitiva."
"Estas críticas não devem ser interpretadas de forma negativa, pois é preciso dar tempo aos novos proprietários do clube. Não se pode criticar o meu irmão pois ouve um investimento muito forte no mercado", prosseguiu o antigo dirigente, frisando:
"Os novos diretores optaram por contratar 11 novos jogadores em vez de grandes jogadores, mas temos de lhes dar tempo. Depois de anos de sucesso têm de haver espaço a anos de transição. Há uma nova administração que tem de procurar reerguer o Milan."
"Dá-me vontade de rir o rumor sobre a hipótese de se ter tratado de uma venda simulada, uma espécie de manobra do meu irmão para atrair dinheiro do estrangeiro. É apenas falta de fé e estupidez", encerrou.
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