Aos 33 anos, no último verão, Cristiano Ronaldo decidiu desafiar-se uma vez mais e tomou a iniciativa de mudar de ares, deixando o conforto de Madrid, onde acabara de ser campeão europeu, para rumar à Juventus. Praticamente um ano passou desde essa decisão e o avançado português assegura que tudo correu de forma perfeita na hora de se adaptar a uma nova realidade. Para tal, explica, limitou-se apenas a ser ele mesmo.
"A primeira coisa que faço é ser eu mesmo, nada mais. A minha ética de trabalho é sempre a mesma. Se o dono de uma empresa chega e começa a atacar todo o Mundo, pois não o verão como um líder. Dirão 'Este é o meu chefe, mas não me trata bem'. Tens de ser humilde, aprender que não sabes tudo. Se tiveres a inteligência para tal, vais captar pequenas coisas que te farão melhorar enquanto atleta. Adaptei-me perfeitamente à Juventus. Viram que não sou um enganador. É o Cristiano porque se cuida. Uma coisa é falar, outra é fazer. Por que ganhei cinco Bolas de Ouro e cinco Champions?", questiona em jeito de justificação o avançado português.
"É certo que senti muita pressão desde jovem. Quando vim para o Real Madrid fui o jogador mais caro da história. No Manchester United, depois de ganhar a minha primeira Bola de Ouro aos 23 anos, as pessoas pensavam 'este tem de estar já no máximo'. Nos últimos dez a doze anos tive sempre essa pressão adicional", acrescentou o avançado português, que na mesma entrevista não descartou a possibilidade de seguir carreira enquanto treinador.
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