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Recorde absoluto na Meia Maratona de Lisboa

Recorde absoluto na Meia Maratona de Lisboa
• Foto: MIGUEL BARREIRA

Não é por acaso que a Meia Maratona de Lisboa EDP renovou o título de Gold Road Race da IAAF. Trata-se de uma das corridas mais consagradas ao nível internacional, depois de em 2010 ter alcançado um dos seus pontos mais altos, quando o eritreu Zersenay Tadese estabeleceu um novo recorde mundial na distância (21.097,5 metros), com o tempo de 58.23 minutos. O fundista africano não vai estar presente na corrida de amanhã, mas os recordes vão continuar a ser ultrapassados, pois o número de participantes atingirá os 40 mil atletas, registo que constitui um novo máximo.

A apresentação do evento decorreu ontem no Museu da Electricidade, em Lisboa, depois de ter sido cumprido um minuto de silêncio em homenagem ao italiano Pietro Mennea, velocista que faleceu na última quinta-feira, aos 60 anos.

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“Em 23 edições, atingimos um número impressionante de participantes. E fiquei satisfeito por os atletas portugueses não terem deixado as inscrições para o fim. Esta corrida é um dos cartões de visita de Lisboa”, considerou Carlos Móia, organizador de uma corrida que tem como ponto de partida as portagens do Pragal (Almada), passagem pela Ponte 25 de Abril e meta instalada em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, num cenário que contempla o Cais do Sodré, Terreiro do Paço e Algés, na zona ribeirinha ao rio Tejo.

Tadese é baixa

Apesar do recordista mundial, Zersenay Taderse, estar ausente, por razões de ordem física, as elites (que partem de Algés) vão estar bem representadas pelos atletas africanos, muitos deles com vários títulos no fundo, tanto em masculinos como em femininos. Rui Silva ou Fernando Silva, Dulce Félix ou Sara Moreira são os portugueses com maiores possibilidades de brilhar.

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