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Francisco Colaço consegue formar um 11 com qualidade

Polivalência crucial

Formar uma equipa perfeita em pouco tempo pode ser uma tarefa complicada, mesmo que se trate de um onze da Liga Record. Principalmente porque cada concorrente só pode gastar 40 milhões num plantel de 23 jogadores. Ou seja, mesmo apostanto em suplentes mais baratos, sobram pouco mais de 30 milhões para investir num onze compacto. Por isso, o ex-dirigente do Benfica, Francisco Colaço precisou de puxar pela imaginação e acabou por formar uma equipa com vários polivalentes.

A eleição do guardião foi decidida de imediato. Sem dinheiro para comprar Rui Patrício, que considera o melhor guarda-redes em Portugal, o nosso convidado apostou em Eduardo, “dá garantias e tem experiência na Seleção Nacional”, justificou.

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O setor defensivo exigiu um pouco mais de reflexão. Francisco Colaço elegeu um quarteto bem sólido. Os argentinos Otamendi e Garay formam a dupla de centrais “dois jogadores com características especiais enquanto defesas e não desperdiçam momentos cruciais” Baiano e Elderson , apesar de serem laterais que não conhece muito bem oferecem garantias, até porque, “Penso que hoje não há nenhum defesa esquerdo que sobressaia em nenhum clube”, explica.

No meio campo, Matic era o primeiro eleito mas como é impossível conciliar com Lucho, devido ao orçamento, a aposta recaiu sobre William Carvalho, uma das surpresas deste início de época. Ruben Amorim fecha o triângulo.

Na frente, Francisco Colaço não prescindiu de Salvio e juntou-lhe dois atacantes rápidos e objetivos: o sportinguista Carrillo e o benfiquista Rodrigo.

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