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Jogos da Lusofonia: Abertura à luz colorida da cultura

A pirotecnia, os raios lazer e os jogos de luz, aliados às tradições culturais dos países de língua portuguesa, marcaram hoje a abertura dos Primeiros jogos da Lusofonia em Macau.

A dança chinesa, os sons do samba do Brasil, o fado português pela voz de Ana Moura e o folclore pelo Grupo de Danças e Cantares de Macau misturaram-se com os sons africanos ao longo de cerca de uma hora e meia de espectáculo.

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As delegações presentes, que integram mais de 700 atletas, desfilaram por ordem alfabética no Estádio de Macau, num desfile fechado pela maior delegação presente e anfitriã, Macau.

O chefe do executivo de Macau Edmund Ho declarou abertos os jogos da Lusofonia depois dos discursos de Vicente Moura, presidente da Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP), e de Manuel Silvério, presidente da comissão organizadora dos Jogos (COJOL).

No final do espectáculo, Manuel Silvério manifestou-se satisfeito e avançou que a cerimónia tinha decorrido como o planeado, salientando o empenho dos voluntários e dos membros da organização, num total de cerca de 10 mil pessoas.

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O mesmo responsável salientou a animação manifestada pelos atletas de Macau, muitos dos quais não falam sequer a língua portuguesa.

Macau em 420 milhões de lares

Manuel Silvério disse ainda que, durante o espectáculo, foram respeitadas as tradições dos países e territórios participantes, introduzidas muitas inovações tecnológicas, o que proporcionou um grande encontro dos quatro cantos do Mundo, transmitido para um universo potencial de 420 milhões de lares através da CCTV e RTP Internacional.

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"Os nossos amigos a partir de hoje vão conhecer melhor esta nossa querida terra", explicou.

O presidente do Comité Olímpico Português e ACOLOP, Vicente Moura, considerou que a cerimónia dignificou os Jogos da Lusofonia tendo classificado ainda o espectáculo como "de elevado nível".

Apostado em levar a edição de 2009 para Portugal, Vicente Moura considerou ainda que os portugueses têm capacidade para também eles fazerem uma grande festa, mas afirmou que, para tal, será preciso o "empenho da população, associações, governo, municípios, enfim, de todos".

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