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A temporada 2019/20 das principais modalidades de pavilhão em Portugal não terá qualquer campeão. Basquetebol, andebol, voleibol e hóquei em patins vão – nas próximas horas - dar por encerradas as respectivas épocas no que às provas seniores diz respeito (as competições jovens foram rapidamente anuladas logo a pandemia do coronavírus fez com que Portugal adotasse medidas de confinamento), seguindo o caminho que, bem antes, a Federação Portuguesa de Futebol adotou para o futsal, outro desporto de pavilhão com enorme implantação no nosso país.
Desde há muito que as federações tinham percebido que, mesmo existindo retoma, seria bastante complicado (em certos casos impossível) disputar tudo o que estava previsto. E essa constatação não se baseava apenas nas dúvidas face à questão sanitária. Em causa estava também o tempo necessário para regressar ao ativo e, claro, a impossibilidade evidente de várias equipas poderem apresentar-se em condições minimamente condignas. A saída do país da grande maioria dos atletas estrangeiros e os problemas financeiros e logísticos que subitamente se abateram sobre muitos emblemas – com autarquias e patrocinadores a adiarem ou a anular comparticipações previstas - tornaria qualquer hipótese de retoma improvável.
A medida agora conhecida vai, pois, no sentido do que defendiam a maioria dos clubes participantes nas competições em causa. Posição contrária, desde o primeiro momento, tinham os grandes. Benfica, Sporting e FC Porto (os dragões com a exceção do andebol, por considerarem que terminada a primeira fase da prova faria sentido validar a competição e atribuir o título) desejavam poder levar até ao fim os campeonatos, mesmo procurando soluções de disputa diferentes (sem todas as equipas envolvidas) mas onde a possibilidade de atribuição dos títulos fosse real.
Agora, com o cair do pano sobre a temporada 2019/20, começa a ser momento de pensar na época seguinte. Porém, mais uma vez, existem poucas certezas e inúmeras dúvidas. Ainda assim, há mais tempo para planear tudo, nomeadamente planos alternativos, pois não é de excluir, neste momento, que as provas não funcionem dentro dos parâmetros (e dos períodos) tradicionais.
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