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Ricardo Costa pede ambiente "adverso" na receção do Sporting ao Szegeb para a Liga dos Campeões de andebol

Kiko Costa aponta ao golo
• Foto: EHF

Sporting e Szegeb voltam a defrontar-se em pouco dias, depois da visita dos leões à Hungria, da qual resultou um empate a 35 golos. Um resultado agridoce para os tricampeões nacionais, que deixaram escapar a vitória ao cair do pano.

Agora na receção aos húngaros, esta quinta-feira (19h45), Ricardo Costa quer a sua equipa vitoriosa e com isso manter-se na liderança do Grupo D da Liga dos Campeões, ao fim de quatros jogos. E para que todas as condições estejam reunidas para esse objetivo, o treinador pede o apoio dos adeptos e com muito ruído.

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"Diria que a equipa está bem e no momento ideal para enfrentar um jogo desta dimensão e que o factor mais importante é conseguirmos criar o mesmo ambiente adverso que encontrámos na Hungria. A vantagem que conseguimos no decorrer do jogo lá, não significa que esteja tudo ganho, porque, perante um grande adversário e num jogo desta complexidade, nada está decidido. Por isso, teremos de repetir algumas das coisas que fizemos bem na primeira mão, mas também corrigir aquilo em que falhámos. Perdemos o controlo do jogo e, para uma equipa como a nossa, que depende muito da velocidade e da forma como está posicionada em campo, é fundamental manter esse controlo. Foi por isso que empatámos, mas também podíamos ter perdido porque, recordo, a três minutos do fim, o adversário conseguiu empatar, mas nós tivemos o discernimento necessário para alcançar um resultado que, à partida, era positivo, tendo em conta aquilo que podemos fazer nesta quinta-feira”, disse Ricardo Costa em declarações ao site do leões, fazendo depois um raio x do adversário.

"O Pick Szeged, é uma equipa que procura muito a ligação com o pivô, que tem uma primeira linha de qualidade e que é muito forte fisicamente. Defensivamente, tem jogadores muito altos, mas conseguimos encontrar o caminho para a finalização e criar boas situações. Na defesa, preocupámo-nos demasiado em sair aos atiradores e acabámos por permitir que os pivôs aparecessem nas nossas costas. Por isso, vamos procurar corrigir esses aspectos, variar os sistemas defensivos, ter mais profundidade e ser mais agressivos no contacto”, acrescentou Ricardo Costa, sublinhando que só a vitória interessa ao Sporting: “Lá o empate foi um resultado importante porque não perdemos e continuámos à frente no grupo e, se tivéssemos perdido, o adversário teria passado para a frente. Agora temos o factor casa e sabemos a importância de jogar perante os nossos adeptos. Ainda assim, como já disse, temos de nos lembrar de que estamos perante uma grande equipa, que também nos pode vencer aqui. Temos de nos lembrar disso, mas está tudo nas nossas mãos e nós vamos à luta”.

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Também esta quinta-feira o FC Porto recebe (19h45)o colosso do Fusche Berlin, em jogo da quarta jornada do Grupo A, onde é terceiro com uma vitória e duas derrotas.

Na jornada anterior, os dragões sofreram pesada derrota na Alemanha no terreno do mesmo adversário (40-32), num embate em que a estrela Mathias Gidsel marcou 17 golos.

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