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Chaíça: «Não sei o que irei fazer mas sinto-me motivado»

Chaíça: «Não sei o que irei fazer mas sinto-me motivado»
• Foto: LUSA/Tiago Petinga

Alberto Chaíça acaba de regressar de um estágio de altitude em Font Romeu (França), onde esteve ao longo do último mês, depois de passar Junho num estágio no Algarve para recuperar por completo da operação a duas hérnias inguinais que lhe reduziram o tempo de treino para a maratona do Mundial de Helsínquia (dia 13).

“Correu tudo bem em França, onde estive com o meu treinador, Américo Brito, e, durante vários dias, também com os marchadores e com a Inês Monteiro. Mas sei que, relativamente à preparação normal para uma maratona, de 12/13 semanas, faltaram-me umas três”, refere o atleta da Conforlimpa, que surpreendeu há dois anos ao ser quarto no Mundial de Paris e confirmou ser um dos melhores maratonistas mundiais ao classificar-se em oitavo lugar há um ano, nos Jogos Olímpicos de Atenas.

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“Sinto-me bem, motivado, sem problemas. Mas, sinceramente, não faço ideia do que conseguirei fazer. Sei que os outros estão mais bem preparados mas também sei que, agora, tenho mais consistência do que há dois anos. E mais experiência de maratonas também…”

Atenções

Depois das classificações obtidas nas últimas épocas, Alberto Chaíça vai ser observado com outros olhos pelos seus adversários. “Claro que tenho agora mais responsabilidades e não as rejeito. Mas também tenho consciência de que não me pude preparar desta vez a cem por cento. De qualquer forma, irei sem pressões, com o mesmo estado de espírito com que parti em Paris ou Atenas. Vou para fazer a minha corrida e obter a melhor classificação possível…”

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E sobre a táctica a adoptar: “Será igual à das outras maratonas. Conforme me for sentindo, assim correrei. E como já me vou conhecendo bem e tenho alguma experiência…”

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