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As autoridades da Índia detiveram o presumível autor do atropelamento mortal de Fauja Singh, o maratonista mais velho do mundo, informaram esta quarta-feira fontes policiais citadas pela agência noticiosa indiana PTI.
"Identificámos o veículo graças às gravações de CCTV e a fragmentos dos faróis recuperados no local. O automóvel mudou de proprietário várias vezes", afirmou Harvinder Singh, superintendente da polícia de Jalandhar.
O veículo envolvido no acidente foi localizado após o visionamento das câmaras de vigilância.
O atropelamento de Fauja Singh, de 114 anos, ocorreu no estado de Punyab, no norte da Índia, quando o ancião, conhecido como o 'Tornado de Turbante', fazia uma caminhada nos arredores de Bias, a sua aldeia natal, no distrito de Jalandhar.
Depois de ter começado a correr aos 89 anos, no Reino Unido, onde vivia, tornou-se famoso mundialmente em 2011, ao completar a Maratona de Toronto (08:25.17), alegadamente com 100 anos, apesar de este registo não ser reconhecido oficialmente por falta da sua certidão de nascimento.
Fauja Singh também correu a Meia Maratona de Lisboa em 2006, então com 94 anos, pelo seu grupo de corrida, os Sikh Runners, uma equipa de cariz religioso, de 20 atletas, todos com mais de 70 anos, que o acompanhou nas principais corridas internacionais.
A sua figura, e perseverança, transcende o desporto. Transportou a tocha olímpica nos Jogos Atenas2004 e Londres2012, protagonizou campanhas publicitárias e foi uma referência sobre o envelhecimento ativo.
A sua estreia nos 42,195 quilómetros remonta a 2000, na Maratona de Londres, na qual se inscreveu com 89 anos, e que correu seis vezes, tendo como melhor registo as 06:02.43 horas conseguidas em 2003, aos 92.
Nesse ano, participou ainda na Maratona de Nova Iorque (07:34.37) e conseguiu o seu melhor tempo na distância (05:40.04) em Toronto.
Correu pela última vez a maratona em Londres, em 2012, quando a concluiu com o tempo de 07:49.21, tendo participado pela última vez numa corrida em fevereiro de 2013, na prova de 10 quilómetros da Maratona de Hong Kong.
"Toda a gente morre, então é melhor morrer a fazer algo que gostamos", disse Fauja Singh, quando confirmou que a sexta presença na maratona londrina seria a última, em 2012.
Isto apesar de, nas mesmas declarações, ter assumido que não conseguiria render-se ao sedentarismo.
"Se parar de treinar e correr, acho que a minha saúde vai piorar e eu vou morrer. Simplesmente não consigo ficar parado. Ainda gosto de correr e caminhar entre seis e 10 quilómetros uma vez por semana, para me manter em forma. É isso que me mantém em movimento", referiu, na altura.
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