Nelson Évora: «Não tive qualquer dor»

Nelson Évora: «Não tive qualquer dor»
• Foto: EPA

O campeão olímpico português Nelson Évora afirmou que "não podia estar mais contente", depois do apuramento, ao segundo ensaio, para a final do triplo salto dos Europeus de atletismo, em Zurique, na Suíça.

"Estou feliz por estar aqui e por estar na pista. Senti-me bem, não tive nenhum tipo de dor e acho que isso é a alegria de um atleta: poder fazer aquilo que ama, sem dores e estar entre os melhores. Não podia estar mais contente", afirmou o atleta do Benfica, citado pela Federação Portuguesa de Atletismo.

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Depois de um primeiro ensaio a 16,64 metros, a um centímetro da qualificação direta (16,65 metros ou os 12 melhores), o atleta encarnado alcançou 16,82, que era o melhor registo entre os 21 participantes, após dois ensaios. "Tenho um gosto especial por fazer sempre um ensaio a mais nas qualificações. Aconteceu isso por um pouco de azar, porque fiquei a um centímetro da marca exigida. E aproveitei para fazer mais um ensaio e correu bem", explicou. Nelson Évora gostou do que sentiu: "A corrida foi muito fluída e foi um salto fácil. Não tive que puxar muito por mim e isso era o mais importante".

Campeão olímpico em 2008 e mundial em 2007, Nelson Évora, que em 2014 já registou 16,97 metros (05 de julho, em Saint-Denis, França), vai disputar a final na quinta-feira, a partir das 19:10. "É aqui que eu gosto de estar. É neste tipo de ambientes que gosto de competir, com provas muito abertas, para poder superar-me e superar os outros", disse.

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Nélson Évora, que efetuou os dois saltos com vento contrário, de 0,3 m/s, acabou batido no terceiro ensaio - do qual prescindiu - pelo russo Lyukman Adams (16,97 metros) e pelo francês Benjamin Compaoré (16,83). "O mais importante é recuperar da melhor forma, ter um bom dia de descanso. Na final, vou estar preparado para fazer a melhor marca da época, chegar aos 17 metros e, se puder ser a surpresa, melhor ainda", frisou.

Na final, tudo pode acontecer: "Quando uma pessoa entra numa final, tudo tem que ser possível. Temos de pensar dessa forma e quem não pensa, erra e falha. Eu, sempre que entro numa final, penso que tudo é possível".

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