Segundo a agência Lusa, a Comissão Disciplinar da Liga de Clubes de Basquetebol (LCB) sancionou António Tavares com 6 meses de suspensão por ter controlado positivamente ao mascarante sinasteride em duas ocasiões (08 e 27 de Dezembro).
Afastado preventivamente desde 9 de Fevereiro, ao capitão do Benfica falta-lhe, portanto, cumprir mês e meio do castigo, podendo regressar em Agosto.
Fernando Tavares, vice-presidente dos encarnados para as modalidades, reage com críticas à Liga – registe-se que o clube abandonou o campeonato deste organismo por considerar existir uma “perseguição” a António Tavares e ao emblema –, afirmando a Record não ter sido notificado da suspensão.
“Lamento que a Liga tenha demorado tanto tempo e que nem tenha tido o respeito de nos avisar. É o sinal que a Liga está moribunda, que não gosta do Benfica. Mas nós também não queremos esta Liga. A nossa decisão é irreversível”, diz Fernando Tavares, assegurando que não entrará em diálogo com Paulo Mamede, presidente da LCB. “Só tenho interlocutores na Federação, para o campeonato que iremos disputar”, sentencia o responsável encarnado.
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Mas a Liga não é alvo único de Fernando Tavares. Instado a comentar a intervenção de Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto, que havia pedido “estabilidade em ano de Europeu”, o vice-presidente do Benfica é peremptório. “Devia ter-se preocupado antes com o caso do António Tavares. Deixaram arrastar a situação e crucificaram-no em praça pública. Já agora, o sr. secretário de Estado também se devia preocupar com o ciclismo, porque o Benfica compete de igual para igual no estrangeiro e tal não acontece em Portugal.”