O K4 500 metros que este ano se sagrou campeão da Europa e do Mundo de canoagem de pista tem "muito potencial" para cumprir o sonho de medalha olímpica do treinador Rui Fernandes, principal responsável pelo seu sucesso.
"Obviamente, não vou dizer que não sonho com uma medalha olímpica em Los Angeles2028. Ainda é cedo, é verdade, temos muito trabalho para fazer, muito caminho para trilhar, mas é um sonho. Temos material para isso e malta com cabeça", elogiou.
Em declarações à Lusa, o técnico nacional refere-se ao quarteto que junta os consagrados João Ribeiro e Messias Baptista às novas coqueluches da modalidade, os jovens Gustavo Ribeiro e Pedro Casinha, que se estrearam em Mundiais absolutos com elevado desempenho, ajudando à medalha de ouro.
João Ribeiro e Messias Baptista "têm confiança e podem sonhar com muito mais", explica o treinador sobre os sextos classificados em Paris2024, uma vez que se trata de "trabalhadores natos, que confiam no processo de trabalho e que se respeitam mutuamente, apesar da diferença de idades", 36 e 26 anos, respetivamente.
A esta dupla, campeã do Mundo de K2 500 metros em 2023, na Alemanha, e 'vice' em 2025, no domingo em Milão, Itália, a impercetíveis 16 centésimos de segundo de vencer, juntaram-se dois jovens de 22 anos que este ano só souberam ganhar, uma vez que ao título europeu e mundial de K4 500 juntaram o triunfo no K2 500 dos mundiais sub-23, em julho.
"Estes miúdos são fantásticos e a combinação entre as duas duplas forma um quarteto espetacular. Tivemos que esperar dois anos para os colocar a rolar. Sabíamos perfeitamente dos indicadores que nos poderiam levar a algum sucesso e este ano foi extremamente positivo", regozijou-se, depois do K4 500 ter falhado o apuramento para Paris2024, na altura com outra composição.
João Ribeiro e Messias Baptista foram os expoentes máximos de Portugal neste Mundial, com um ouro e uma prata em distâncias olímpicas, contrabalançando o facto de Fernando Pimenta ter conseguido menos pódios do que o habitual, desta vez a medalha de bronze em K1 1.000 metros.
"Às vezes o Fernando traz mais medalhas, às vezes somos nós, como agora. Acima de tudo, o importa é a canoagem, pois trata-se de uma modalidade pobre de apoios, infelizmente muito curtos para aquilo que fazemos", queixou-se.
Rui Fernandes valorizou o "fantástico espírito" que atualmente se vive na seleção, recorda que "uma equipa "precisa de todos, mesmo que cada um faça o seu percurso", tradicionalmente de sucesso.
De Milão, Portugal trouxe o ouro do mencionado K4 500 metros, a prata do K2 500 e o bronze do K1 1.000.
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