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O canoísta Pedro Casinha foi esta quinta-feira quem mais brilhou entre as três embarcações portuguesas apuradas para finais dos Mundiais de sub-23 e juniores em Montemor-o-Velho, com o primeiro lugar em K1 200 metros.
Casinha, que em junho se sagrou campeão da Europa sénior em K4 500 metros, juntamente com Gustavo Gonçalves e os olímpicos João Ribeiro e Messias Baptista, venceu a sua meia-final em 34,80 segundos, um centésimo de segundo mais rápido do que o atleta independente Aleksandr Rozov.
Ainda esta quinta-feira, Casinha vai juntar-se ao também sub-23 Gustavo Gonçalves, com o qual foi vice-campeão mundial desta categoria em 2022, na eliminatória de K2 500, tentando ir à final de domingo, enquanto a de K1 está marcada para sexta-feira.
Igualmente em K1 200, o júnior Hugo Carvalho foi segundo na semifinal, com 35,98 segundos, a 52 centésimos do eslovaco Alex Gavlider, garantindo igualmente a presença na regata decisiva de sexta-feira.
Entre os 16 barcos portugueses nas meias-finais, destaque ainda para o êxito do K4 500 de Ricardo Gonçalves, Bruno Brasileiro, Rafael Oliveira e Duarte Cerdeira, bem-sucedidos com a segunda posição, a 59 centésimos da Bélgica, que voltará a defrontar sexta-feira na luta pelo pódio.
Estas três tripulações juntam-se às três que na quarta-feira também já tinham garantido um lugar entre os nove melhores do mundo. Esta tarde, há mais 15 barcos nacionais a iniciar as eliminatórias.
Rumo à final B, com classificações entre o 10.º e o 18.º lugares, vão os juniores David Macedo, em C1 500, Margarida Gomes, em K1 1.000, e ainda Mariana Marinha, Sofia Marques, Lara Martins e Mercedes Pinheiro, além da sub-23 Maria Gomes em K1 1.000.
Na quarta-feira, primeiro dia de competição, houve três tripulações a garantir acesso direto à final, nomeadamente o K4 500 metros dos juniores Ianis Bebiano, Martim Conceição, José Matos e Dinis Martins, o C2 200 de Lara Lopes e Maria Maia, bem como o K4 500 da categoria sub-23 de Ana Batista, Ana Brito, Ana Rodrigues e Clara Duarte.
Por se disputarem em Portugal, com custos logísticos bem mais em conta, a Federação Portuguesa de Canoagem apresentou a maior seleção de sempre, com 59 canoístas, com intuito de dar maior experiência internacional a vários atletas.
Os Mundiais, que decorrem até domingo no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, reúnem cerca de 1.000 canoístas de 66 países.
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