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A uma semana do arranque da Volta a França, vão-se conhecendo mais alguns detalhes sobre o rigoroso plano sanitário elaborado pela organização e pela UCI, tendo em vista diminuir ao máximo qualquer risco de contágio por Covid-19 a quem estiver na caravana, mas visando sobretudo os ciclistas.
E uma das medidas certamente deixará muitos fãs desiludidos. É que a organização quer evitar, o mais que conseguir, os aglomerados de espectadores e de veículos, sobretudo nas míticas subidas, de modo a que não se vejam os adeptos a tocarem nos ciclistas e ou a deitarem-lhes água para cima em momentos de grande tensão. E como travar então os ajuntamentos nos Pirenéus e Alpes? Fechar o acesso às subidas pelo menos dois dias antes de ali passar o pelotão.
Outras regras vão ser implementadas, uma delas dentro das equipas: se uma apresentar pelo menos dois casos positivos, entre ciclistas ou staff, será afastada da corrida, estando previsto que os ciclistas se submetam a dois testes, seis e três dias antes de a prova começar. Durante as três semanas, os atletas voltarão a fazer testes nos dois dias de descanso.
Governo tem a última palavra
A uma semana do início do Tour não é expectável que haja novo volte-face, mas a última palavra será sempre do governo francês.
Se houver um aumento significativo em França da propagação do coronavírus nos dias que antecedem a corrida, há grande risco de o Tour não ir para a estrada. “Estamos perante um dos nossos maiores desafios”, frisou o diretor da prova, Christian Prudhomme.
Por Ana Paula MarquesMetade do pelotão ignorou sinal vermelho e Procuradoria da Flandres de Este quer levar corredores a tribunal
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