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A equipa suíça Tudor vai estrear-se na Volta a França em bicicleta, revelou esta segunda-feira a organização da prova, que atribuiu os outros dois convites para a 112.ª edição à local TotalEnergies e à norueguesa Uno-X.
Horas depois de a União Ciclista Internacional (UCI) ter aprovado que as três grandes Voltas tenham 23 equipas, os organizadores do Tour anunciaram, finalmente, as três formações convidadas para a edição que decorre entre 05 e 27 de julho, confirmando a expectável presença da Tudor.
A equipa suíça, que tem o português Ricardo Scheidecker como diretor, reforçou-se com nomes 'grandes' para esta época, nomeadamente Marc Hirschi e Julian Alaphilippe, o ciclista preferido dos franceses.
Bicampeão mundial (2020 e 2021), 'Loulou' tem no currículo seis etapas na Volta a França, prova que liderou durante 14 dias em 2019 e na qual se sagrou rei da montanha em 2018.
A contratação de Alaphilippe, após 11 temporadas na estrutura da Soudal Quick-Step, fazia prever a presença da Tudor na Grande Boucle, uma realidade hoje confirmada, juntamente com os também previsíveis convites para a Uno-X, de Magnus Cort, e a TotalEnergies, única equipa francesa no segundo escalão.
Nas grandes Voltas - Tour, Giro e Vuelta - têm lugar garantido as 18 formações do WorldTour, a primeira divisão do ciclismo mundial, além das duas melhores ProTeam, no caso a Lotto e a Israel-Premier Tech, com as restantes três equipas a necessitarem de um 'wild card' da organização.
Antes da alteração ratificada hoje pela UCI, os convites eram apenas dois, mas os organizadores das três grandes solicitaram uma vaga adicional para equipas do segundo escalão.
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