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Apontado à partida como um dos candidatos ao pódio do Tour, e até para se intrometer na batalha pela vitória com Tadej Pogacar e Jonas Vingegaard, Remco Evenepoel desistiu da prova francesa durante a 13.ª etapa, numa altura na qual andava efetivamente a lutar pelo pódio. Os sinais de cansaço, de estar fora da sua forma habitual, vinham sendo dados, especialmente na subida ao Hautacam, numa 12.ª etapa na qual foi 7.º (a 3:35 de Pogacar), e ainda no contrarrelógio do dia seguinte, a sua especialidade de sempre, onde foi apenas 12.º. A resposta para todas aquelas dificuldades chegou esta quinta-feira, numa longa publicação no Instagram, que começa no período de inverno, em que procurava recuperar de um 2024 bastante exigente.
"Senti sempre que era tudo à pressa. Nunca me senti eu mesmo. Mas continuei a acreditar, não queria desistir do meu sonho. Pensávamos que o tempo em recuperação me daria o descanso necessário. mas na realidade o meu corpo nunca teve uma pausa. Estava na reserva ainda antes do Tour começar", assumiu o belga, que pouco antes do Tour teve novo percalço. Uma fratura numa costela nos campeonatos nacionais de contrarrelógio belgas.
"Não era o mais complicado, mas não era o ideal. Então, comecei a mais dura prova do Mundo com uma costela partida e um corpo cansado. Não era a melhor combinação. Mas não desistir do objetivo pelo qual lutei tanto tempo". "Apesar de tudo, dei tudo de mim. Consegui ganhar uma etapa, vestir a camisola branca durante vários dias e estar na parte superior da tabela. A primeira semana correu bem, considerando tudo. Mas na segunda o preço desses esforços começou a aparecer. Estava a aguentar-me, mas sabia que não estava no meu melhor. Até que, finalmente, o meu corpo disse 'basta'. Doze dias depois, quebrei. Tudo o que carregava apanhou-me. Mas não quis desistir. Lutei o máximo que consegui", garantiu o belga, campeão olímpico de fundo e contrarrelógio em Paris'2024.
"Aquele dia foi um dos mais brutais e onde mais vulnerável me senti na minha carreira. Quebrei e, estranhamente, sinto-me orgulhoso disso", assumiu o ciclista da Soudal Quick-Step, que a fechar a sua longa carta deixa uma mensagem bem poderosa.
"Deixar o Tour foi uma das decisões mais difíceis que tomei desde há muito tempo. Mas era a certa. Por uma vez, ouvi o meu corpo. E espero que este momento envie uma mensagem, especialmente para os mais jovens que estão a ver: É normal parar. É normal sentirmo-nos cansados. É normal sermos humanos. Por vezes, dar um passo atrás é a coisa mais forte a fazer. Vou tirar um tempo para descansar e recuperar".
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