Mauricio Moreira destroçado: «Gostava muito de ter dado esta vitória à equipa»

Foto: Lusa/EPA
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Ciclista da Efapel caiu no contrarrelógio em Viseu e perdeu a Volta... por 10 segundos

Bem fisicamente, dentro do possível – "tenho alguns golpes e o corpo dorido, mas felizmente nada partido", explicou-nos –, Mauricio Moreira era no entanto um homem destroçado psicologicamente. "É muito duro. Queria muito vencer, não por mim, mas pela equipa, pelos colegas, que mereciam a vitória", confessou ao nosso jornal. "Gostava muito de ter dado esta vitória".

O ciclista da Efapel, que nasceu há 26 anos em Salto, no Uruguai, nega que tenha arriscado demasiado quando se deu a queda. "Acho que entrei bem na curva, com a velocidade certa, mas ‘bateu’ um pouco de vento e aí não consegui controlar a bicicleta", explicou-nos.

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Se não fosse este incidente, Moreira refere que venceria a Volta a Portugal de 2021. "Estava a ‘tirar’ já bastante tempo ao Amaro, estávamos a controlar quilómetro a quilómetro. E sabia que ainda tinha margem para progredir".

Refira-se que Mauricio Moreira até podia vencer esta edição da Volta mesmo com a queda de ontem, se não fossem os 40 segundos de penalização que sofreu na etapa da Torre por abastecimento irregular.

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Triste estava também Rafael Reis, apesar de ontem em Viseu ter conquistado a sua quarta (!) vitória nesta Volta a Portugal, duas delas os contrarrelógios individuais. "O nosso principal objetivo era eu dar o meu máximo, marcar os quilómetros do percurso, para depois o Mauricio Moreira seguir e claro, estamos tristes porque não fosse este azar da queda acreditamos que era ele quem ganhava esta Volta a Portugal", frisou o ciclista de Palmela. 

Por Record
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