_
Edo Bosch, técnico do Valongo, comentou a derrota na final da Liga dos Campeões frente ao FC Porto, em Viana do Castelo.
"Quero dar os parabéns ao FC Porto. Sei o que significa esta vitória para eles. Creio que fomos a equipa que teve menos descanso. A equipa estava desgastada, tentámos entrar fortes, mas não foi assim. O FC Porto adiantou-se, empatámos e voltaram a colocar-se na frente. Com o 3-1 o sonho ficou mais complicado. Arriscámos na 2.ª parte, preferíamos perder por 10 do que perder por 4-1 sem dar luta. Foi uma caminhada difícil, muito boa, mas o sonho dá muito trabalho e nem sempre se concretiza. Tenho um orgulho enorme nos meus jogadores. Estou seguro que eles em pouco tempo vão levantar o troféu noutros sítios porque são uns autênticos campeões", afirmou o técnico do Valongo.
"Conseguimos qualificar-nos num grupo muito difícil. Hoje, demos luta durante grande parte do jogo, mas as forças acabaram. Conheço a equipa e sei quando a gasolina acaba. Foi para eles uma experiência incrível para uma formação com uma média de idades de 23 anos. As vitórias são muito boas, mas também aprendemos com as derrotas. Faltou um último passo para tocar o céu", acrescentou.
"Temos um grande espírito de grupo. Ontem, um jogador meu ofereceu-se para dar um patim a um colega. O Bridge partiu um patim e o Miguel Moura ofereceu-se para lhe dar o dele. Isso explica muita coisa. Não sei o futuro, mas dificilmente vou encontrar um grupo como este. Desejo-lhes a maior sorte do mundo. São uns verdadeiros homens", disse com emoção.
Seleção discute esta sexta-feira o 1.º lugar do Grupo diante da Espanha
Defesa termina vínculo e Martim Costa regressa a casa
Em causa o acórdão do CD da FPP que iliba o Riba d'Ave de "ofensas corporais graves a agente desportivo ou impeditivas da realização de jogo oficial"
Selecionador analisou a goleada por 6-1 frente à Suíça
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Começaram a namorar com 15 anos, em Gondomar, viveram pela primeira vez juntos em Madrid e tiveram três filhos
'Tuttosport' avança que clube italiano fez nova tentativa pelo internacional português
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida