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Sp. Tomar e Riba D’Ave em busca de um título europeu inédito: «Há um ambiente especial»

À hora a que o treinador do Sp. Tomar falou com o nosso jornal, o autocarro que partiu de Tomar às 7h da manhã de quinta-feira estava a passar perto de Madrid para uma longa viagem de 11 horas e mais de mil quilómetros. Este fim de semana, a equipa ribatejana e o Riba D’Ave jogam as meias-finais da Taça WSE, a segunda prova de clubes mais importante da Europa.

O autocarro parte rumo a Igualada, um histórico do hóquei em patins europeu e atual detentor do troféu que defronta o Lleida na outra meia-final da competição. Para Nuno Lopes, técnico do Sp. Tomar, trata-se de um regresso a um pavilhão onde já foi feliz. Em 2015, na primeira época do regresso do Sporting enquanto modalidade oficial do clube, venceu naquele pavilhão o Igualada e o Reus para conquistar a Taça CERS, hoje denominada WSE Cup. Já lá vão 10 anos.

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“Na altura éramos uns desconhecidos, o Sporting estava renascer e felizmente terminou bem. A comemorar estes 10 anos, nós temos um grupo de Whatsapp com essa malta e esse grupo está muito ativo, desde presidente a jogadores”, conta Nuno Lopes, confirmando que nem Bruno de Carvalho, ex-presidente dos leões, deixou escapar a ocasião.

Foto: Pedro Ferreira
Foto: Pedro Ferreira
Foto: Pedro Ferreira
Foto: Pedro Ferreira
Foto: Ricardo Graça
Foto: Ricardo Graça
Foto: Ricardo Graça
Foto: Ricardo Graça

1/8

Terceiro embate

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Há um mês, o Sp. Tomar bateu o Riba D’Ave por 7-1, a maior goleada da época da equipa. Mas na 1ª volta, foi a equipa minhota a vencer no Parque das Tílias por 4-1. “A semana de trabalho está a ser normal. Já começamos a ter alguma experiência nisto. Quando é a primeira há mais ansiedade e temos de nos preparar melhor, mas nota-se que a malta está mais madura”, diz Nuno Lopes, em referência à presença na final four da Liga dos Campeões de 2022, conquistada pelo Trissino.

Mais inexperiente é o Riba D’Ave que está pela primeira vez numa final four de uma competição europeia. A viver a última temporada ao serviço do clube minhoto, onde se destacou primeiro como jogador e agora como treinador, Raúl Meca gostava de enriquecer o museu do clube.

“Independentemente de ser a última época, é muito importante ter a possibilidade de deixar um troféu neste clube. Tenho um grande carinho pelo Riba D’Ave e seria retribuir o carinho”, diz o técnico ao nosso jornal.

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Sp. Tomar e Riba D'Ave no último jogo para o campeonato

Tal como o Sp. Tomar, o Riba D’Ave chegou à Taça WSE depois de ficar pelo caminho nas pré-eliminatórias da Liga dos Campeões. Para esta pequena localidade do concelho de Famalicão, a semana foi diferente.

“Sente-se um ambiente especial em torno do clube e dos adeptos”, conta Raul Meca. “Temos trabalhado dentro dos padrões normais, mas estamos a sentir a emoção da parte dos adeptos. Isso dá motivação para encarar esta final four.”

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Agenda:

Sábado

Meia-final 1: Igualada-Lleida - 15h15

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Meia-final 2: Riba D'Ave-Sp. Tomar - 17h45

Domingo

Final - 11h15

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Por Rafael Godinho
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