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Bendito voluntário que temos em Baku

Bendito voluntário que temos em Baku
• Foto: cop

É um dos dois voluntários portugueses nos Jogos Europeus e não podia estar mais agradado com a experiência. Ricardo Bendito, de 30 anos, chegou a Baku a 1 de junho e desde então tem sido um dos elos de ligação entre a comitiva nacional e a organização dos Jogos.

Assessor da Comissão de Atletas Olímpicos em Portugal, Ricardo diz estar a ser “excelente” ver de mais perto uma grande competição mas, a bem da verdade, nem tudo são facilidades no Azerbaijão. “O mais difícil é o contacto com as equipas que tratam da logística, porque não falam inglês”, conta o voluntário. Mas apesar de por vezes algumas situações “demorarem muito tempo a ser resolvidas”, Ricardo diz que em geral tudo tem “corrido bem”.

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Mais que as diferenças na forma de trabalhar, Ricardo Bendito tem notado as disparidades em termos culturais. “Estive numa cidade fora de Baku e ao final da tarde quis beber uma cerveja. Isso não é bem aceite”, conta. Já na capital, outra situação caricata: “Passeava na cidade com uma outra voluntária polaca, que estava a usar uma camisa aberta atrás. Entretanto, surge um homem chateado, a apontar e a dizer que ela não estava vestida de forma correta”.

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