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O presidente da Federação Portuguesa de Surf (FPS), João Aranha, esta terça-feira que a decisão do Comité Olímpico Internacional (COI) em adiar os Jogos Olímpicos para 2021, devido à pandemia da covid-19, não "apanhou de surpresa" as federações.
"Era a decisão esperada e certa nesta altura do campeonato. Não fazia sentido manter uma data que todos sabiam que era relativamente inviável. Estamos perfeitamente alinhados com as decisões do COI e temos de agradecer ao Comité Olímpico de Portugal (COP), que foi primordial e tem sido de uma posição sempre muito assertiva", sublinhou.
Em declarações à agência Lusa, João Aranha realçou que adiar o evento para o verão de 2021 "é capaz de ser a única solução", reforçando a ideia de que, adiando apenas por alguns meses, acabaria por colidir com os Jogos Olímpicos de inverno, e espera que a exceção existente na lei portuguesa para os atletas olímpicos continuarem a efetuar os seus treinos seja alterada.
"Esperamos que o adiamento também se reflita na lei portuguesa e naquela exceção existente. Nesta altura, não havendo objetivos de Jogos, campeonatos e provas, não faz sentido haver exceção de treinos em Portugal. Temos de salvaguardar a vida humana e estar, no nosso caso, ausentes da praia, com muita pena nossa, mas para o bem de todos", frisou.
Em relação a uma possível recalendarização de provas e qualificações, o dirigente federativo está "à espera de mais informação", mas considerou que "não restará nenhuma alternativa à federação mundial" de surf do que adiar a última prova de qualificação, prevista para junho, em El Salvador.
"Contactámos a Associação Internacional de Surf [ISA, na sigla inglesa] a alertar para a situação e pedimos que sejam conscientes e adiem o campeonato, para que os atletas façam um bom período de treino, sendo que vão ficar fora da água durante algum tempo. Acreditamos que a ISA vai tomar a melhor decisão possível e gerir consoante a data dos Jogos Olímpicos", disse.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 386 mil pessoas em todo o mundo, das quais cerca de 17.000 morreram.
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