A Rússia disse esta terça-feira que os Jogos Olímpicos devem permanecer "fora da política", criticando assim a posição dos Estados Unidos de boicotar diplomaticamente as olimpíadas de inverno em Pequim em nome dos direitos humanos.
"Nós consideramos que os assuntos relacionados com as olimpíadas devem permanecer fora da política", disse hoje o porta-voz do Kremlin (Presidência russa), Dmitri Peskov, sublinhando que "é essencial que (...) os atletas (norte-americanos) não se preocupem com o boicote".
Os Estados Unidos da América (EUA) vão enviar atletas, mas não vão mandar qualquer representante diplomático aos Jogos Olímpicos de Inverno 2022 que vão decorrer a partir do próximo dia 04 de fevereiro em Pequim.
Washington argumenta que a decisão é uma resposta contra a violação dos direitos humanos na República Popular da China, em particular em Xinjiang, no noroeste, região onde vivem várias minorias étnicas predominantemente muçulmanas, nomeadamente os uigures, alvo de perseguições, maus tratos e abusos.
Por outro lado, devido às restrições contra a propagação do novo coronavírus impostas pela China, poucos responsáveis políticos mundiais são esperados em Pequim para a cerimónia de abertura das olimpíadas de inverno.
O Presidente russo, Vladimir Putin, vai comparecer e já confirmou ter aceitado o convite do homólogo chinês, Xi Jinping.
Em 2015, a Rússia foi acusada da prática de "doping institucional", tendo o país sido suspenso das grandes competições internacionais até 2022.
Nos últimos anos, alguns atletas russos foram autorizados a participar em competições internacionais, mas com "estatuto neutro", já que a bandeira e o hino nacional da Rússia ainda se encontram proibidos pelos mesmo motivos.
Os responsáveis russos, incluindo o chefe de Estado, foram igualmente impedidos de assistir às competições internacionais, sendo que a proibição termina no próximo ano.
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