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Ainda ofegante, mas visivelmente feliz. Foi assim que Luís Gonçalves surgiu na zona mista do Engenhão, poucos minutos depois de ter dado ao nosso país a 1ª medalha nestes Jogos. Um bronze que, para o velocista, tem um sabor especial. "Sabe a suor e lágrimas, pelo muito trabalho, esforço e sacrifício no treino. Mas também é tudo graças a uma equipa técnica fundamental", admitiu, deixando claro que cumpriu um objetivo.
"Ouro, prata ou bronze, não importa. O que importa é que fui fazer a prova, que me diverti, gozei o prato e fiz aquilo que adoro fazer, que é correr. E, além disso, corri com alguém a meu lado, não estando fisicamente lá, mas em espírito. Não foi só um, mas onze milhões", atirou, recordando o lema da Seleção Nacional de futebol, no recente Euro’2016.
Para o que falta - a prova dos 200 metros, marcada para 15 de setembro -, Luís Gonçalves assegura que até já está pronto para voltar à pista para correr. "Recuperadíssimo! Era já amanhã!", atirou.
Por Fábio Lima. Rio de Janeiro. Brasil