É com 91 atletas - depois da baixa de Frederico Morais -, distribuídos por 17 modalidades, que Portugal se fará representar nos Jogos Olímpicos de Tóquio'2020. Desta lista, 55 são estrantes, sendo que 14 deles são provenientes de uma só modalidade, o andebol, que pela primeira na história marcará presença nuns Jogos Olímpicos. Falando em história, Portugal também está presente na estreia do surf e do skate, duas modalidades que fazem parte da nova aposta do COI. Abaixo pode consultar todos os nomes apurados, ver todos os dados e saber as expectativas de cada um.
Tudo começou em 2020, depois de anos pautados pela mediania no panorama internacional. Perante a incredulidade geral, Portugal alcançou um inédito 6º lugar no Europeu, melhor resultado de sempre da Seleção, e ganhou direito a integrar o torneio pré-olímpico de qualificação, conseguindo confirmar posteriomente um apuramento inédito para os Jogos Olímpicos de Tóquio’2020, num grupo em que tinha potências como França e Croácia, eliminando a poderosa turma dos Balcãs.
Só o feito da qualificação foi um registo histórico, tendo em conta que Portugal nunca teve uma modalidade colectiva de pavilhão em Jogos Olímpicos, exceção feita ao hóquei em patins, de exibição em Barcelona’1992. Com a ambição sempre elevada do seleccionador Paulo Pereira, Portugal apresenta-se em Tóquio’2020 como candidato às medalhas, numa competição com 12 equipas.
Embora o objectivo possa parecer demasiado ambicioso, o que é certo é que é realista, dado o equilíbrio das forças em parada. Portugal está integrado no Grupo B, como terceiro cabeça de série, tendo todas as competências para passar esta fase, apesar de ter na mesma série a Dinamarca (campeã olímpica e mundial em título) e a Suécia (vice-campeã mundial). Menos cotados estão o anfitrião Japão, o Egito (campeão africano) e o Bahrain, o elo mais fraco.
Com o apuramento garantido para as quatro melhores equipas de cada uma das duas séries, Portugal não deverá encontrar grandes dificuldades para passar aos quartos-de-final, cruzando com as equipas do Grupo A, onde estão Noruega, França, Alemanha, Brasil, Espanha e Argentina. Nessa eliminatória, é óbvio que será um jogo de elevadíssima exigência, mas Portugal já demonstrou nos tempos recentes que pode ganhar a qualquer selecção, a exemplo das recentes vitórias frente a França, Espanha ou Suécia, entre muitas outras.
Passando os quartos-de-final, os apelidados Heróis do Mar ficam nas meias-finais e com as portas abertas para as medalhas, com dois encontros onde tudo pode acontecer.
São 20 os representantes portugueses naquela que para as cores nacionais é a modalidade mais ganhadora de sempre em Jogos Olímpicos - são 10 medalhas, a última das quais em 2008, por Nelson Évora. Longe dos tempos de glória do meio-fundo e fundo, Portugal deposita as suas maiores esperanças nas disciplinas técnicas, com o triplo salto e o lançamento peso a serem, em teoria, os grandes candidatos a obter as posições cimeiras.
No triplo os principais candidatos são Pedro Pablo Pichardo e Patrícia Mamona, com Nelson Évora a surgir como uma verdadeira incógnita perante a falta de competições neste ano. Pichardo chega a Tóquio com a melhor marca mundial do ano no 'bolso', enquanto que Mamona surge moralizada pelo recorde nacional que conseguiu na Diamond League no Monaco. Depois há Auriol Dongmo no peso. A luso-camaronesa colocou Portugal no mapa da especialidade desde que se naturalizou no ano passado e os resultados recentes colocam-na como uma das grandes candidatas aos lugares cimeiros.
Atenção ainda a João Vieira na marcha, que num clima com calor e maior humidade costuma dar-se bastante bem, como demonstrou quando se sagrou campeão do Mundo em Doha, há dois anos. Para os restantes conseguir estar em Tóquio já é uma grande vitória tendo em conta o contexto atual, mas atletas como Loréne Bazolo, Ricardo dos Santos ou Marta Pen Freitas têm 'obrigação' de deixar boa imagem no Japão.
A canoagem é uma das, senão mesmo a principal, modalidade em Portugal que mais cresceu nos últimos em termos de resultados. Com diversas medalhas em Europeus, Mundiais e Jogos Europeus, muitas delas de ouro, a modalidade teve um dos seus pontos altos com a medalha de prata conquistada em Londres'2012, através de Fernando Pimenta e Emanuel Silva (K2 1000). Pensou-se que o mais alto lugar do pódio chegaria no Rio'2016, mas esse desígnio ficou por alcançar. Não só não houve ouro, como não houve pódio. O K2 ficou em 4º, o K1 (Pimenta) em 5º e o K4 em 6º.
Em Tóquio'2020, a canoagem volta ao ataque. E com os suspeitos do costume. Fernando Pimenta quer redimir-se do revés de há cinco anos, sendo que o quarteto do K4 também tem ambições altas ao pódio. Em femininos, o objetivo principal de Teresa Portela e Joana Vasconcelos é chegar à final, tal como a estreia de Antoine Launay no slalom.
A surpreendente medalha de prata conquistada por Sérgio Paulinho em Atenas’2004 é a única do ciclismo português nos Jogos Olímpicos, mas a esperança de voltar a subir ao pódio é grande, apesar de Portugal se apresentar com apenas dois corredores. O líder é João Almeida que, dadas as boas exibições ao longo desta temporada, com destaque para o sexto lugar do Giro, é visto como um dos (muitos) favoritos para a prova de fundo. Terá ao seu lado Nelson Oliveira, que vai ser o primeiro ciclista nacional a participar em três olimpíadas, depois de 2012 e 2016, ano em que foi 7º na prova de contrarrelógio. A dupla nacional também vai ser uma ameaça às medalhas no esforço individual.
Mas não é só na estrada que Portugal vai ter representantes. Maria Martins estreia o ciclismo de pista nos Jogos Olímpicos e vai participar no Omnium. A ribatejana, de 22 anos, chega a Tóquio motivada depois de, recentemente, ter conquistado a medalha de ouro nesta disciplina (e também na corrida de eliminação) na prova da Taça das Nações de São Petersburgo. Por sua vez, Raquel Queirós vai ser a primeira mulher a levar as cores nacionais aos Jogos no BTT.
A disciplina equestre deu a Portugal a primeira medalha olímpica, em 1924, além de outros bons resultados ao longo dos anos, com destaque para as três medalhas de bronze (1924, 1936 e 1948). Em 2016, no Rio de Janeiro, Luciana Diniz arrancou um 9º lugar nos obstáculos - um resultado como não se via na modalidade há mais de meio século. Agora, aos 50 anos, a luso-brasileira representará Portugal nos Jogos Olímpicos pela terceira vez (em Londres'2012 foi 17ª) com a ambição de fazer ainda mellhor. Para isso conta com o cavalo Vertigo du Desert, que rende Fit for Fun, que esteve no Rio.
E desta vez não estará sozinha, pois os estreantes João Torrão, Maria Caetano e Rodrigo Torres disputarão a prova de ensino, com os cavalos Equador, Fénix de Tineo e Fogoso, respetivamente. A equipa apurou-se depois de Portugal ter conseguido o 8º lugar no Campeonato da Europa de 2019. Carlos Pinto, com La Gesse de Sultão de Menezes, e Vasco Mira Godinho, com Garret, estão de reserva para o caso de surgir algum problema.
No Rio de Janeiro, aos 20 anos, Filipa Martins estreou-se em Jogos Olímpicos com um 37º lugar no concurso all around de ginástica artística, a melhor classificação de sempre de uma portuguesa. Cinco anos depois, a ginasta do Porto chega a Tóquio com outras ambições, até pelos bons resultados recentes: foi 11ª no all around do Europeu deste ano e 8ª nas barras assimétricas, depois de se ter tornado na primeira portuguesa a chegar a uma final de aparelhos. Além disso, criou um novo elemento técnico que recebeu o seu próprio nome.
Portugal estará ainda representado nos trampolins pela 5ª edição seguida, com Diogo Abreu a repetir também a presença de 2016. Então, foi 16º e último na qualificação por ter caído do trampolim. Agora, aspira fazer muito melhor depois de ter sido 2º classificado no Campeonato do Mundo de 2018 e ter carimbado a presença em Tóquio ao ser 6º na Taça do Mundo de Brescia, já este ano.
O judo apresenta-se como a modalidade rainha de Portugal nos Jogos Olímpicos de Tóquio’2020, sendo expectável a conquista de pelo menos uma medalha, número que se poderá alargar, a duas, três, no caso de tudo correr bem aos judocas portugueses.
Os trunfos são vários. Jorge Fonseca (100 kg), que se sagrou ainda há pouco tempo bicampeão mundial, é o segundo cabeça de série na categoria e, portanto, um dos favoritos a estar na final, tendo demonstrado em Budapeste uma grande superioridade perante os adversários. Depois há Telma Monteiro (57 kg), também ela uma das cabeças de série na categoria, e que foi a única medalha (bronze) conquistada por Portugal nos jogos Olímpicos do Rio’2016. Pese os seus 35 anos, tem a experiência de dominar nas grandes provas, somando, também, cinco medalhas em Mundiais (quatro de prata e uma de bronze) e 15 em Europeus (seis de ouro, duas de prata e sete de bronze), sendo a atual campeã em título do Velho Continente. Catarina Costa (48 kg) é outra das cabeças de série e candidata a medalha, tendo em conta as suas performances no circuito internacional, embora nunca tivesse alcançado um pódio numa grande competição.
Mas para além do trio mais cotado, há sempre que contar com os outros portugueses na discussão da competição. Anri Egutidze (81 kg) foi bronze no Mundial, Bárbara Timo (70 kg) e Rochele Nunes (+78 kg) ganharam o bronze no Europeu, Joana Ramos (52 kg) e Patrícia Sampaio (78 kg) têm tido resultados de grande nível, pelo que tudo será possível numa modalidade bastante aberta, onde quem estiver lá num bom dia pode sonhar.
Naquela que é a maior representação de sempre do judo em Jogos Olímpicos finda a era open, os oito judocas apurados, segundo grande exigência, têm ainda a vantagem de terem continuado a treinar durante o confinamento, sempre com boas condições, que potenciaram uma boa preparação para a mais importante prova do ano e que termina com um ciclo, ainda antes de Paris’2024.
Será a maior representação da natação portuguesa em Jogos Olímpicos de sempre. No total estarão em ação nove nadadores em Tóquio, sete na natação pura (Diana Durães, Ana Catarina Monteiro, Tamila Holub, Gabriel Lopes, Alexis Santos, José Paulo Lopes e Francisco Santos) e dois nas águas abertas (Angélica André e Tiago Campos), com o objetivo de fazerem história e obterem os melhores resultados de sempre.
No Rio de Janeiro'2016, Alexis Santos destacou-se com o 12º lugar nas meias-finais dos 200 metros estilos, tornando-se no atleta mais perto do feito inédito de Alexandre Yokochi, o único nadador português de sempre a conseguir atingir uma final A olímpica da história: aconteceu em Los Angeles'1984, onde foi 7º nos 200 metros bruços.
É com essa inspiração de competirem em solo nipónico que a comitiva lusa parte para Tóquio, onde tentará superar-se também com a obtenção de vários recordes nacionais, numa equipa composta com elementos já experientes mas com muita juventude. Demonstração clara que a modalidade em Portugal está cada vez mais a crescer a nível qualitativo.
Aos 38 anos, Pedro Fraga vai participar nos seus terceiros Jogos na prova de double scull peso ligeiro. Ao lado de Nuno Mendes, foi 8º classificado em 2008 e 5º em 2012, numa carreira em que se destaca ainda um titulo europeu em 2014, além do ouro na Taça do Mundo em 2013, entre outros pódios em Europeus e Mundiais. Agora, regressa acompanhado por Afonso Costa, que se estreia em Jogos Olímpicos aos 25 anos, depois de ter sido campeão europeu universitário e medalha de bronze nos Jogos do Mediterrâneo e na Taça do Mundo.
Em tempos uma modalidade apenas radical ou nem sequer considerada desporto a sério, o skate estreia-se igualmente nos Jogos Olímpicos em 2021 e promete ser uma das modalidades mais interessantes de acompanhar até porque Portugal tem um verdadeiro super-talento cuja a conquista de medalhas está longe de ser uma utopia.
Gustavo Ribeiro, de apenas 20 anos, é um dos mais respeitados atletas do Mundo na modalidade e tem aspirações de, num bom dia, poder subir ao pódio em Tóquio. O 'Tony Hawk português' já avisou que o céu é o limite...
É uma das modalidades em estreia nos Jogos Olímpicos. Um dos desportos da moda um pouco por todo o Mundo - mas especialmente em Portugal onde as condições para a sua prática são das melhores a nível mundial -, o surf chega aos Jogos Olímpicos com forte participação portuguesa: dos quatro atletas possíveis, o nosso país conseguiu qualificar três, duas mulheres e um homem, todos com aspirações de lutar por medalhas na capital do Japão.
Só que apenas dois atletas irão a Tóquio para tentar esse objetivo, já que Frederico Morais testou positivo à Covid-19 nos dias prévios ao arranque da competição e falhará a presença. A representação lusa fica então limitada a Teresa Bonvalot e Yolanda Sequeira, que depois do que fizeram no recente Mundial da ISA podem efetivamente sonhar com um grande resultado.
Pela terceira vez na história, Portugal volta a estar representado na prova de taekwondo dos Jogos Olímpicos, uma vez mais através do pioneiro Rui Bragança. Presente no Rio 2016, o atleta do Benfica pode não ter sido o primeiro a marcar presença nuns Jogos (esse estatuto pertence a Pedro Póvoa), mas foi ele o primeiro a conseguir uma vitória neste evento e será esse o objetivo primordial para Tóquio.
Terceiro nos Europeus realizados este ano, em Sófia, o atleta natural de Guimarães conseguiu também igual resultado nos Mundiais de Manchester de 2019, um resultado que pode servir de aviso para a concorrência e também de motivação para conseguir cumprir as expectativas, que o próprio coloca como "altíssimas".
Portugal volta a ter representação no ténis para a edição de Tóquio, depois da boa prestação no Rio de Janeiro, com João Sousa e Gastão Elias a ultrapassarem uma ronda tanto em singulares (17º lugar), como em pares (9º). João repete a presença no maior certame do desporto mundial, fazendo-se acompanhar desta feita por Pedro Sousa, atual número um nacional, que selecionou Rui Machado, capitão da seleção nacional e um dos seus técnicos, para treinador da equipa de ténis.
A fazerem temporadas abaixo do esperado, os dois Sousas tentarão encontrar a forma a tempo de Tóquio, aproveitando quadros enfraquecidos pelas ausências de muitas das principais estrelas do ténis mundial. Do lado masculino estão confirmadas as ausências de Rafael Nadal, Dominic Thiem, Roberto Bautista Agut, Denis Shapovalov ou, mais recentemente, Roger Federer. Novak Djokovic, o número 1 mundial, ainda está em dúvida.
Foi uma das modalidades que mais cresceu em Portugal nos últimos anos, com o título europeu em 2014 e a vitória nos Jogos Europeus de 2015 a colocarem o nosso país no topo do mundo no que a este desporto diz respeito. Com Marcos Freitas no top 10 mundial durante alguns anos, Tiago Apolónia, João Monteiro e Fu Yu - também ela campeã da europa, mas individualmente - bem colocados nas classificações, Portugal habituou-se a festejar os sucessos de uma modalidade outrora absolutamente dominada pelos países asiáticos - e pela Alemanha na Europa.
Em Tóquio, as aspirações de um bom resultado centram-se essencialmente na equipa masculina, que tem ambições de lutar pelas rondas finais. Mas todos os duelos prometem ser equilibrados.
A representação nacional no tiro - João Costa, que esteve presente nas cinco edições anteriores na variante de pistola, não se qualificou desta vez - reduz-se a João Paulo Azevedo, na prova de fosso olímpico, uma especialidade em que Portugal até tem alguma tradição - Armando Marques conquistou a medalha de prata em 1976. Aos 37 anos e na sua estreia nos Jogos, o atirador do Clube de Caça e Pesca de Vila Verde aponta à final (seis primeiros) e à discussão das medalhas, à semelhança do que fez na Taça do Mundo de 2019, onde carimbou o apuramento para Tóquio ao ser 2º classificado. Antes disso já tinha sido 3º no Europeu de Lonato, em 2016.
Dois nomes com créditos firmados e com alguma veterania e um talento para o futuro que já confirmou a sua qualidade na alta roda do triatlo mundial. É esta a composição da comitiva portuguesa que se apresentará em Tóquio, onde em teoria será João Silva o nome que poderá dar maiores esperanças às cores lusas, especialmente pela sua maior capacidade para render (e resistir) em condições de calor e humidade como aquelas que se verificarão em Tóquio.
João Pereira, que curiosamente é o mais velho dos três, chega a Tóquio como aquele que tem melhor registo em Jogos (5.º no Rio), mas a sua forma recente gera alguma incógnita - algo que também se pode alargar ao caso de João Silva. Quanto a Melanie Santos, aos 26 anos vai para os seus primeiros Jogos Olímpicos e nesta sua estreia tem como objetivo alcançar o top-16.
Serão estas as ambições de uma modalidade que em 2008, pelas mãos de Vanessa Fernandes, entrou definitivamente no mapa do desporto nacional e que, ano após ano, tem ganho cada vez mais interesse no país. De regresso ao Oriente, depois dessa prata de Pequim, ninguém espera uma medalha, mas sonhar não custa...
A vela já deu quatro medalhas olímpicas a Portugal - só o atletismo (10) garantiu mais... - e, tal como em 2016, haverá cinco velejadores nacionais em Tóquio a tentar manter a tradição de bons resultados na modalidade. Já sem João Rodrigues, presente em sete edições seguidas (de 1992 a 2016), ou Gustavo Lima (cinco Jogos consecutivos, entre 2000 e 2016), o destaque vai para os experientes Jorge Lima (40 anos) e José Costa (37 anos). A dupla da classe 49er ficou em 16º lugar no Rio de Janeiro, mas apresenta também dois quintos lugares em Europeus e Mundiais. Para Jorge Lima serão os terceiros Jogos, depois de ter sido 11º em 2008, ao lado de Francisco Andrade.
Já os irmãos Diogo Costa (23 anos) e Pedro Costa (25 anos) vão estrear-se e chegam a Tóquio com grandes aspirações depois de terem sido vice-campeões do Mundo na classe 470 numa competição realizada em março passado. A participação nacional completa-se com Carolina João, de 24 anos, igualmente em estreia, na prova de Laser Radial. A cinco vezes campeã nacional chegou ao 4º lugar no Europeu de Sub-21 e ficou no 6º posto nos Jogos do Mediterrâneo de 2018.
Textos e recolha de dados Alexandre Reis, Ana Paula Marques, Diogo Jesus, Fábio Lima,
José Morgado e Pedro Filipe Pinto | Fotografia Comité Olímpico de Portugal | Grafismo João Silva