Na prova francesa, a aposta da formação recai em Tadej Pogacar, com a ajuda de Rui Oliveira, sendo que em Itália cabe a João Almeida lutar pela vitória
Seja como for, o fim da W52-FC Porto não pode deixar de estar ligada ao facto de a União Ciclista Internacional ter retirado a licença à equipa antes da Volta a Portugal de 2022, situação que é válida pelo menos por um ano.
“A minha intenção era vencer a etapa, não sabia que tinha ganho também a geral e estou muito feliz de o ter conseguido também, perante adversários de muita qualidade”, frisou Rui Costa em declarações ao site da Intermarché