Os novos tetos orçamentais, uma das implementações na Fórmula 1 em 2021, têm sido a principal dor de cabeça para as equipas e, principalmente, para os pilotos. A Ferrari revelou, depois do choque entre Charles Leclerc e Lance Stroll no GP da Hungria, que obrigou ambos a abandonar a prova, que só em reparações dos carros da própria escuderia depois de acidentes teve um prejuízo de mais de dois milhões e meio de euros na primeira metade da temporada. Mattia Binotto, chefe dos italianos, colocou a medida em causa, sugerindo a isenção das equipas caso a colisão fosse causada por um adversário.
"Se olharmos para os danos que sofremos desde a primeira corrida no Bahrain até à última na Hungria, são mais de 2,5 milhões de euros. Isto em apenas metade da temporada. Temos tido muitas discussões sobre isto. Se houver um acidente, e o piloto que for culpado não seja nosso, isso não devia ficar de fora do teto orçamental? Certamente é um ponto importante", destacou.
A proposta, que sugere um limite de cerca de 123 milhões de euros, que será reduzido progressivamente até aos 115 milhões em 2025, é defendida por equipas como a McLaren, que veem nesse limite, segundo a 'Globoesporte', uma oportunidade para diminuir as diferenças relativamente aos principais rivais, a Mercedes e a Ferrari.
Recorde-se que este incidente é o terceiro na presente temporada em que a Ferrari sai prejudicada: além do choque entre Leclerc e Stroll na Hungria, que forçou a troca no motor do monegasco, este já tinha batido durante a classificação no GP do Mónaco, em maio, e Carlos Sainz, seu colega de equipa, também foi obrigado a mudar o motor depois de um acidente em solo magiar.
Apesar das colisões poderem ser provocadas por rivais, Binotto lembrou que este tipo de problemas pode acontecer por culpa própria: "Às vezes, podemos ser nós a provocar esses danos. Temos alguma contingência no nosso teto orçamental que acho necessária, porque nunca se sabe as surpresas que podemos ter. Mencionei o valor dos prejuízos para mostrar que os danos podem ser significativos e, portanto, deveríamos considerar um tipo diferente de regulamentação nesses casos. Certamente não há soluções óbvias. Mas sem dúvida discutiremos isso".
A Fórmula 1 prevê ainda, para 2023, um teto orçamental para os pilotos de 25 milhões de euros, assim como para os três principais funcionários de cada escuderia, que terão um limite a definir.
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