Bernie Ecclestone admitiu em declarações à imprensa inglesa que depois da morte de Ayrton Senna em Ímola, faz esta quarta-feira 30 anos, pensou que a Fórmula 1 ia ser cancelada de vez. O britânico, que na altura geria a competição, diz mesmo que recebeu indicações de Max Mosley, o presidente da FIA, nesse sentido.
"O Max Mosley, o presidente da FIA, disse-me que isto ia ser o fim da Fórmula 1. Esperávamos que tal não acontecesse, mas foi um desastre. Parece que passaram mais de 30 anos, o Ayrton teve muito azar", contou Ecclestone, de 93 anos, que geriu a F1 durante quatro décadas, até 2017.
Senna liderava o GP de San Marino, em Ímola, quando perdeu o controlo do carro numa curva, acabando por não resistir aos graves ferimentos que sofreu. A corrida recomeçou 40 minutos depois, foi ganha por Michael Schumacher, e muitos pilotos criticaram o facto de a prova não ter sido suspensa.
Mas Ecclestone discorda. "Deveríamos ter parado a corrida? Não me parece. Isso não teria ajudado o Senna. Quando estas coisas acontecem, são tão rápidas que não tens muito tempo para pensar. Legalmente a corrida não deveria ter prosseguido porque agora sabemos que ele morreu no circuito, mas isso traria problemas comerciais, pessoas que iam querer ser compensadas e todo esse género que coisas."
Depois, deixou uma constatação: "A Fórmula 1 tornou-se mais popular depois da morte de Senna. Foi falada em todo o mundo e pessoas que antes nunca tinham acompanhado a Fórmula 1, passaram a interessar-se. Mas espero que nunca mais vejamos algo assim outra vez. Penso que nos nossos dias, pela forma como as questões de segurança evoluíram, as hipóteses de um acidente destes se repetir são muito menores."
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