Max Verstappen está no centro de uma polémica devido a um episódio que decorreu no passado fim-de-semana, durante o GP de Portugal de Fórmula 1. Numa das sessões de treinos livres, Lance Stroll (Racing Point) e o piloto da Red Bull tiveram uma colisão, com o holandês a ficar bastante irritado com a situação e a utilizar linguagem inapropriada, que levou agora a uma queixa por parte do embaixador da Mongólia nas Nações Unidas, Lundeg Purevsuren.
"Cego, imbecil e atrasado", foram alguns dos adjetivos que Verstappen escolheu para chamar a Stroll, utilizando ainda a palavra mongolóide. Atitude que causou mal-estar na Mongólia.
Na sequência, Lundeg Purevsuren, embaixador daquele país asiático nas Nações Unidas, escreveu uma carta a Jean Todt, presidente da FIA, e à Red Bull, referindo que Max Verstappen utilizou "linguagem racista e anti-ética em público".
"Acredito que a FIA tomará medidas contra o piloto pelo seu comportamento inaceitável de utilizar repetidamente uma linguagem racista e desrespeitosa contra qualquer grupo étnico", diz na carta, citada pelo jornal 'Marca'.