Quando no final da temporada passada aceitou deixar a Ducati (estava na Pramac) para rumar à Aprilia, Jorge Martín estaria longe de imaginar que a sua temporada de 2025 seria o verdadeiro pesadelo que está a ser. Caiu nos testes de pré-temporada, falhou as três primeiras rondas e, quando regressou, voltou a ir ao chão e a sofrer nova lesão que o deixou fora de combate por algumas semanas. Mas o pior no meio disto tudo é que a Aprilia vem denotando falta de capacidade para acompanhar Ducati, Honda ou Yamaha. A tal ponto de, segundo o portal 'Motorsport', esta fim de semana ter havido um ultimato claro.
Segundo o portal especializado, e ainda o jornal 'AS', o campeão do Mundo do ano passado terá no seu contrato uma cláusula que lhe permite rescindir unilateralmente o vínculo no final da temporada caso entenda que o rendimento não é o esperado (ao não lutar por vitórias ou por pódios). Segundo o 'AS', essa cláusula poderia ser ativada até este Grande Prémio de França, algo que motivou uma viagem relâmpago (e inesperada) deste a Le Mans. Aí, de acordo com a mesma publicação, terá feito o tal ultimato: se em seis corridas a situação não mudar, então a cláusula será mesmo ativada e, em 2026, veremos o espanhol com outras cores, bem longe das RS-GP da marca de Noale.
Resta ver o que a Aprilia consegue fazer nesta meia dúzia de provas, mas também se o próprio Martín voltará para ajudar a mudar o rumo dos acontecimentos. Porque a julgar pelo que têm feito Ai Ogura (10.º, com 43 pontos), Marco Bezzecchi (12.º, com 38) e Raúl Fernández (18.º, com 15)... a situação não tem cara de que vá mudar dentro em breve.
O pódio ficou completo com o espanhol Jorge Martin (Aprilia) e o italiano Fabio DiGiannantonio (Ducati)
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