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A morte de Paulo Gonçalves foi um choque entre os pilotos do Dakar. A espanhola Laia Sanz, que esteve com o português na Honda, recorda 'Speedy' Gonzalez como como um "cavalheiro".
"Perguntaram qual era a nossa opinião e todos nas equipas KTM, GasGas e Husqvarna, pelo menos, considerámos que o melhor era não sairmos hoje. Sobretudo por respeito à família. Continuar o Dakar teria sido como se nada tivesse acontecido. Depois, por nós, para podermos digerir tudo isto", referiu Laia Sanz sobre o facto de hoje, um dia depois da morte de Paulo Gonçalves, as motas e os quads não terem saído para a 8.ª etapa.
A espanhola conhecia bem o português, que considera ser "um desportista d everdade. "Só tenho coisas boas a dizer dele. Tratou-me sempre muito bem, como aliás fazia com toda a gente. Há pilotos de top que se transformam um pouco em prova - às vezes o 'iritrack' [localizador via satélite] 'avaria-se' porque não querem abrir a pista no dia seguinte... Mas o Paulo ganhava porque era o mais rápido, era um desportista de verdade e um cavalheiro."
Sobre o futuro, a piloto hesita em responder. "Se me tivessem feito essa pergunta ontem... Foi um dia muito mau e perguntava-me 'que fazes aqui?' Agora, só tenho vontade de acabar e voltar para casa."
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