As histórias de violência doméstica são, por estes dias, algo infelizmente comum na NFL. No entanto, há um caso que está a chocar os norte-americanos. Josh Brown, kicker dos New York Giants, havia sido detido em maio por queixas da sua ex-mulher relativas a violência doméstica, mas acabou por ser libertado mediante o pagamento de uma fiança. As queixas caíram, o caso não seguiu, mas a polícia norte-americana tornou públicos documentos como cartas, um diário e e-mails, em que Brown confessa os crimes.
"Fui um mentiroso durante a maior parte da minha vida. Tomei decisões egoístas de usar e abusar de mulheres desde os 7 anos, quando fui abusado, para preencher este vazio. Tratei as mulheres como objetos e nunca me preocupei com a dor que lhes causava. A minha capacidade de me ligar emocionalmente era zero. A minha empatia era zero. Como nunca lidei com isto, abusei da Molly, a minha mulher. Magoei-a fisicamente, emocionalmente e verbalmente. Via-me como Deus e ela é era a minha escrava", pode ler-se num diário.
Mas Brown, de 37 anos, que foi castigado por um jogo pela NFL no início da temporada, não se ficou por aqui. O kicker admitiu ser viciado em pornografia "para saciar a vontade sexual que tinha, até porque o sexo se tinha tornado num desporto", e lamentou ter abusado da mulher em frente aos filhos de Molly. "Controlei-a ao fazê-la sentir-se menos humana do que eu e manipulei-a com o meu dinheiro. Não quis saber dos sentimentos dos filhos dela e eles viram-me a abusar dela", confessou.
Confrontados com estas revelações, os New York Giants, que jogam este domingo em Londres com os Los Angeles Rams, recusaram-se a comentar. É que, diga-se de passagem, Josh Brown foi premiado com um novo contrato no início desta temporada, válido por dois anos e no valor de 3,6 milhões de euros. Por agora, não se sabe se os Giants tinham conhecimento destes documentos quando renovaram o contrato.
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