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Já se percebeu há muito que estar em ‘guerra’ é o habitat natural de Donald Trump. Vários jogadores da NFL recusaram-se a ouvir o hino nacional de pé, sob forma de protesto pela violência de que os cidadãos negros têm sido alvo por parte das forças policiais. Gesto esse que foi repetido em diversos campos e que levou o presidente norte-americano a insultar os atletas. Pois bem, uma das equipas que mostrou desagrado pelas palavras fortes do presidente foram os Pittsburgh Steelers. A formação da Pensilvânia optou por ficar no balneário durante a interpretação do hino... menos Alejandro Villanueva.
O norte-americano, que tem pai espanhol, não conseguiu desrespeitar tal momento e quebrou o boicote , assistindo à cerimónia na entrada do túnel de acesso ao relvado, com o punho direito cerrado no peito. Villanueva foi militar, com diversas missões, como por exemplo no Afeganistão, e quis transmitir que as demonstrações de patriotismo prevalecem e não servem de resposta a ninguém... quis e parece que conseguiu.
Esta atitude tornou-se tão mediática que milhares de adeptos ‘invadiram’ as lojas para comprarem a camisola de Villanueva. De tal forma que já é o 6º jogador da liga com mais camisolas vendidas. Nesta guerra, o desprezo parece ter sido a ‘arma’ mais poderosa.
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