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Kitesurf: Inês Correia lamenta ausência dos Jogos Olímpicos

Kitesurf: Inês Correia lamenta ausência dos Jogos Olímpicos

A portuguesa Inês Correia, campeã do Mundo de kitesurf, lamentou esta sexta-feira que a modalidade permaneça de fora dos Jogos Olímpicos, depois de a Federação Internacional de Vela (ISAF) ter decidido manter o RS:X (prancha à vela).

"Acho que foi uma decisão muito má, até porque muitas pessoas já estavam a apostar tudo na sua preparação olímpica, a treinar muito e a apostar muito do seu orçamento em material topo de gama", afirmou Inês Correia, que aguarda atualmente o início da quarta e última etapa do circuito, em Maui, no Havai.

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Inicialmente, a ISAF decidiu introduzir a variante de "race" do kiteboard no programa para o Rio de Janeiro’2016, mas em novembro voltou atrás e anunciou a manutenção do RS:X como modalidade olímpica.

"Antes desta notícia já tinha tomado a decisão de me dedicar a 100 por cento à vertente de 'wave' [mais focada nas ondas], o que deixaria a possibilidade de competir na vertente de 'race' [próxima das regatas de vela, com um percurso marcado por boias] um pouco de lado pelo menos por agora. Nos próximos anos, quero treinar e evoluir o máximo na vertente que realmente gosto e na qual tenho tido os melhores resultados", explicou Inês Correia.

A "rider" portuguesa é segunda classificada do ranking mundial de kitesurf, com 2.238 pontos, menos 175 do que a holandesa Jalou Langeree, antes do início da competição havaiana, na qual vai lutar pela revalidação do título conquistado em 2011.

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"Em Portugal temos realmente muito bons atletas em várias categorias, feminino, masculino júnior e masculino geral, por isso é uma pena", concluiu Inês Correia.

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