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No seguimento dos pedidos de insolvência que entraram nos tribunais nos últimos dias e da iminente rutura da modalidade, mais de um terço dos delegados (como previsto nos Estatutos) acabam de pedir a realização de uma Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Remo com carácter de urgência.
Esta situação decorre também da circular que a FPR acaba de distribuir em que acusa o Governo e uma câmara municipal pela situação de falência em que a mesma se encontra, e que diz ser motivada pelo impacto da realização do Campeonato da Europa em Portugal.
A próxima AG da FPR será assim um momento histórico, em mais de 100 anos de remo em Portugal, porque poderá representar a salvação, ou não, da Federação que administra a modalidade, com os poderes públicos que lhe foram conferidos pelo Estado.