Armada lusa com 15 representantes no ataque final ao circuito Challenger Series 2026/27

Joao Mendonça em ação
• Foto: WSL/Masurel

Tem início este domingo em Taghazout, Marrocos, a derradeira etapa do circuito de qualificação europeu 2025/26, onde vão estar em jogo as vagas de acesso ao circuito Challenger Series 2026/27. Em prova apresentam-se 15 portugueses, sendo que a armada lusa vai ter 12 representantes na prova masculina e 3 na feminina. Frederico Morais é o nome mais sonante entre os surfistas portugueses em prova.

Camila Cardoso, Mafalda Lopes e Maria Salgado, atual campeã europeia júnior, são as três surfistas portuguesas que vão competir na prova feminina e todas conseguiram entrada direta para a ronda 2.

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Com o top 4 feminino do ranking europeu a conseguir o apuramento para as Challenger Series que arrancam no verão, e onde estará em jogo o acesso ao World Tour de 2027, Maria Salgado apresenta-se como a portuguesa melhor posicionada para garantir uma das vagas. Salgado ocupa atualmente o 4.º posto do ranking, mas o facto de a primeira e segunda já estarem qualificadas por outra via, pode colocar a jovem portuguesa mais perto de garantir a qualificação.

Já Camila Cardoso e Mafalda Lopes ocupam a 18.ª e 19.ª posição do ranking, respetivamente, e somente um triunfo as pode colocar em lugares de qualificação. 

Quem não vai estar em prova é Teresa Bonvalot, que já tem vaga garantida para o circuito Challenger Series 2026/27, depois de ter sido uma das surfistas que ficaram mais próximo do corte de acesso ao World Tour 2026, para onde se qualificaram Yolanda Hopkins e Francisca Veselko.

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Na prova masculina, Guilherme Ribeiro, Afonso Antunes, Frederico Morais, Francisco Ordonhas e João Mendonça [na foto] conseguiram entrada direta para a ronda 3, enquanto Joaquim Chaves, Francisco Queimado, Martim Nunes e Jaime Veselko entram diretamente para a ronda 2. Já Luís Perloiro, Tiago Stock e Tomás Fernandes, que está de regresso às provas da WSL após um interregno de quatro anos, iniciam a competição na ronda inaugural.

Em termos de contas de qualificação, Portugal tem Guilherme Ribeiro praticamente apurado, uma vez que lidera o ranking, onde os sete primeiros garantem vaga nas Challenger Series 2026/27. Francisco Ordonhas (10.º), Frederico Morais (13.º) e João Mendonça (19.º) são os outros surfistas lusos bem posicionados para atacar os lugares de qualificação.

Além destes 15 surfistas portugueses, o Pro Taghazout Bay vai ter ainda outro surfista a competir com a bandeira portuguesa: o israelita Ido Arkin. Uma situação que resulta do impedimento da WSL aos surfistas israelitas de usarem a bandeira do seu país, tal como já tinha acontecido anteriormente com os russos. 

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Por João Vasco Nunes
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