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O que se passa nos bastidores do desporto é algo que interessa e suscita a curiosidade de qualquer adepto. Contudo, nem todos os atletas lidam da melhor forma com essa exposição, como é o caso de Iga Swiatek.
A tenista suíça, número 2 do ranking mundial, queixou-se da quantidade de câmaras que seguiram todos os seus passos durante o Open da Austrália e que tem sido cada vez mais habitual nos torneios.
"A questão é: somos tenistas? Ou somos animais no jardim zoológico? Onde somos observados até quando estamos na casa de banho? Ok, isto foi um exagero, obviamente, mas seria bom ter um pouco de privacidade. Seria bom também ter o nosso próprio processo e não sermos observados a todo o momento. Por exemplo, noutros desportos, há sempre algumas áreas para questões técnicas. Seria bom ter um espaço para o fazer sem ter toda a gente a ver. Em Wimbledon, existem campos onde podem entrar pessoas com credencial, mas sem a presença dos fãs. Há alguns torneios onde isso é impossível e é-se constantemente observado", afirmou, em declarações à imprensa australiana.
Swiatek apela assim ao direito de maior privacidade para os tenistas: "Não acho que deva ser assim, porque somos tenistas. Devemos ser observados no court e pela imprensa. Esse é o nosso trabalho. Não é o nosso trabalho tornar-nos um meme quando nos esquecemos da nossa credencial, como aconteceu à Coco Gauff. É engraçado, com certeza, mas não acho que seja necessário".
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