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A melhor temporada de João Sousa na elite

Português triunfou em Valencia

• Foto: D.R.
São momentos inesquecíveis aqueles que João Sousa viveu a 1 de novembro quando conquistou o ATP 250 de Valência e que o conduziu ao 33.º posto no ranking mundial, o seu melhor de sempre.

Na terceira temporada na elite, o vimaranense, de 26 anos, teve um ano memorável em 2015, superando muitas barreiras. E não foi apenas o título em Valência, o segundo na carreira, depois de em 2013 ter ganho outro evento 250, em Kuala Lumpur, Malásia, a justificar a fantástica temporada do n.º 1 nacional. Sousa chegou a três finais – Umag, St. Petersburgo e Genebra – e ainda foi semifinalista em Montpellier. Ou seja, o melhor português de sempre mostrou credenciais e uma grande consistência ao manter-se no top 60 durante muito tempo.

A maturidade adquirida por João Sousa no circuito tornou-o num jogador respeitado pelas grandes vedetas, que várias vezes elogiaram o comportamento guerreiro do pupilo de Frederico Marques em campo.
Não foram apenas palavras de circunstância quando Rafael Nadal, Andy Murray, Novak Djokovic e Roger Federer se referiram ao português. A qualidade técnica de Sousa também se refletiu no seu padrão de jogo, que é mais ofensivo e consistente, não descurando o golpe de serviço, que melhorou imenso.

As capacidades físicas de João Sousa foram aperfeiçoadas ao longo da última temporada e paulatinamente o vimaranense tem vindo a adquirir uma boa base de trabalho para os grandes desafios em 2016. O objetivo é continuar esta curva ascendente e fazer resultados nos grandes torneios.

Novak Djokovic demolidor

Depois das sucessivas épocas de ouro de Roger Federer, surge agora Novak Djokovic, com um estilo diferente, a marcar a supremacia com um 2015 cheio de fulgor, traduzido com a conquista de três títulos do Grand Slam. Faltou a cereja em cima do bolo, que seria a vitória em Roland Garros.

Nessa final, o ténis do sérvio não chegou para contrariar a inspiração de um Stan Wawrinka irrepreensível. Foi uma falha, mas os 11 títulos do líder mundial são a prova mais eloquente que está uns degraus acima da concorrência. Andy Murray (n.º 2) salvou o ano com a vitória na Taça Davis e Roger Federer (n.º 3) mostrou que ainda possui golpes de mágico.

Serena Williams conquistou também 3 títulos do Grand Slam, tantos como Djokovic. Porém, a inesperada derrota no US Open frente a Roberta Vinci foi demasiado penosa para a rainha. *



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