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O tenista português Nuno Borges assegurou esta quarta-feira ter vivido "o melhor momento da carreira" frente ao croata Marin Cilic, com quem perdeu na segunda ronda do Estoril Open, no Clube de Ténis do Estoril.
"Foi um bom encontro, no geral, só tenho que estar satisfeito. Custa-me muito perder, seja com quem for, mas acho que ele mereceu ganhar, jogou muito bem nos momentos mais importantes. Serviu também muito bem e acho que esteve um bocadinho por cima. Estava um pouco à mercê dele", começou por afirmar, em conferência de imprensa, após a derrota por 6-7 (5), 6-4 e 6-4.
O jovem jogador da Maia, de 24 anos, que figura no 331.º lugar no ranking ATP, esteve a perder por 2-5 (0-40), mas conseguiu recuperar, ganhar o primeiro set e levar a decisão do apuramento para os quartos de final até ao terceiro parcial.
"No primeiro set consegui aproveitar muito bem as oportunidades que ele me deu. Depois, andei ela por ela até ao final do segundo set e até mesmo no terceiro, que senti que podia ter caído perfeitamente para o meu lado. Mas não consegui e ele manteve-se firme até ao fim", avaliou.
Apesar de eliminado diante o campeão do Open dos Estados Unidos de 2014, 42.º classificado na hierarquia mundial, Nuno Borges revelou ter vivido, no Clube de Ténis do Estoril, "o melhor momento" da sua carreira.
"Foi o meu primeiro torneio ATP e consegui entrar logo a ganhar, só tenho coisas positivas a retirar daqui, apesar de estar um bocadinho triste por não ter ganho hoje. Mas foi, sem dúvida, um torneio muito positivo para mim", frisou o qualifier português, que venceu dois encontros na fase de qualificação e o desafio da ronda inaugural frente o australiano Jordan Thompson (61.º ATP).
Elogiado pelo experiente adversário, de 32 anos, por ter um bom serviço, uma boa direita e boa atitude, Borges admitiu ter sido "um grande elogio", mas confessou não se ter sentido "nada confortável no fundo do court".
"O meu serviço não me pareceu nada de especial comprado com o dele, mas são coisas que tenho de melhor e, se calhar, jogar com a intensidade e ritmo dele um dia. É uma motivação para continuar a trabalhar", admitiu o campeão nacional e recente vice-campeão do challenger 2 de Oeiras.
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