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O português Vasco Vilaça espera voltar a subir ao pódio final do Campeonato do Mundo de triatlo, cuja edição de 2026 começa no sábado, no Uzbequistão, mas, antes disso, quer festejar a primeira vitória uma etapa na competição.
"Gostava muito de alcançar a minha primeira vitória numa etapa do Campeonato do Mundo. Já tenho 10 pódios e seria o passo seguinte, um passo que há muito tempo ando à procura. Mais do que focar-me num resultado em si no Campeonato do Mundo, acho que devo focar-me em cada prova individualmente", disse Vasco Vilaça, em entrevista à Lusa.
O triatleta português, que conquistou a medalha de bronze no Mundial de 2025, atrás do australiano Matthew Hauser e do brasileiro Miguel Hidalgo, prefere concentrar-se "individualmente em cada uma das nove provas do Campeonato do Mundo" e não escondeu que o primeiro objetivo da época pode concretizar-se já na etapa de abertura, em Samarcanda.
"O campeão do mundo [Hauser] não estará lá, o campeão olímpico [o britânico Alex Yee] também não, ou seja, facilita um bocadinho não estarem os melhores, que normalmente podem ganhar", observou o terceiro classificado do ranking mundial, de 26 anos.
Além do terceiro lugar alcançado no ano passado, Vasco Vilaça conquistou a medalha de prata em 2020, numa edição reduzida a apenas uma prova devido à pandemia de covid-19, e não escondeu a ambição maior de chegar à Grande Final, que se realiza em setembro, em Pontevedra, na Espanha, em condições de se poder sagrar, finalmente, campeão do mundo.
"O meu objetivo é estar bem posicionado em cada prova, conseguir estar em vários pódios e, se calhar, chegar a essa primeira medalha de ouro, para poder chegar à Grande Final em posição de lutar pelo título, ou, pelo menos, por uma medalha no Campeonato do Mundo", assinalou.
Para Vasco Vilaça, apesar dos "resultados incríveis" obtidos no passado, o triatlo nacional nunca dispôs de "uma equipa tão forte e tão junta", contando com três representantes entre os 25 melhores do ranking mundial masculino (Ricardo Batista ocupa o 13.º lugar e Miguel Tiago Silva o 21.º), a que acresce um valor emergente como João Nuno Batista.
O Mundial de 2026 marca também o início da qualificação para os Jogos Olímpicos Los Angeles'2028, algo que Vasco Vilaça, quinto colocado na prova individual em Paris'2024, ainda vê com alguma distância, sem esquecer que, desta vez, estarão "quatro rapazes a lutar por um máximo de três vagas".
"É complicado quando um de nós tem de ficar de fora dos Jogos Olímpicos, mas acho que mais importante do que lutar para deixar um de fora será lutar para termos a certeza de que, pelo menos, três estarão dentro" de Los Angeles'2028, advertiu.
Por LusaTriatleta português vai estar em ação no Uzbequistão
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