Suspeitos do costume no assalto ao título

Os suspeitos do costume iniciam hoje mais um duelo pelo título nacional. Pelo quarto ano consecutivo, Sp. Espinho e V. Guimarães voltam a disputar a final, sendo que os tigres somam já 15 troféus contra um dos minhotos. A equipa da Costa Verde foi campeã pela primeira vez em 1957, ao passo que a formação da Cidade Berço estreou-se na temporada transata. Já este ano, os vimaranenses festejaram também a primeira Taça de Portugal.

Porém, Filipe Cruz e Hugo Ribeiro, líberos dos finalistas, consideram que o playoff é diferente. "O objetivo passa por revalidarmos o título. Não será fácil, pois, ao contrário da Taça de Portugal, o campeonato é disputado em mais jogos, premiando a equipa mais regular", frisou Filipe Cruz, do V. Guimarães, recordando 2008, em que o Sp. Espinho venceu a Taça e a sua equipa o campeonato. "Vamos fazer por ser diferente o playoff relativamente à final da Taça. Fomos os melhores na 1.ª fase do campeonato, só sofremos uma derrota. O playoff decide-se nos detalhes, pois defrontam-se equipas que se conhecem muito bem", destacou por sua vez Hugo Ribeiro, do Sp. Espinho.

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Importantes

E para quem pense que os líberos são atores secundários numa equipa de voleibol, aqui ficam os argumentos de quem atua nesta posição. "Podemos equiparar a nossa função à dos guarda-redes. Não nos dão o devido valor, mas somos muito importantes", sublinha Hugo Ribeiro. "Não temos o protagonismo de um atacante, mas sem uma boa defesa raramente se ganha", enaltece por seu turno Filipe Cruz.

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