Vila do Conde no mapa

O Ginásio Vilacondense, após alguns anos de ausência, assegurou lugar no playoff do título, tendo sido, juntamente com a Ac. Espinho, a equipa sensação nesta fase inicial. Por outro lado, o Vilacondense e o Esmoriz foram as únicas equipas só com portugueses no plantel.

“A organização que se criou entre a equipa técnica e os jogadores e o bom relacionamento com a direcção permitiram excelente relação de trabalho”, justifica Hugo Silva, o técnico há dois anos, após ter passado pelo clube como adjunto de um dos dinossauros do voleibol português, Vieira Monteiro.

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Se o principal objectivo está cumprido, isso não significa, na óptica do treinador, que a equipa perca a irreverência nos próximos confrontos, onde defrontará nos quartos-de-final do playoff o bicampeão. “Temos um conjunto muito jovem, mas há que manter a concentração, dar o máximo e continuar irreverentes, apesar de o adversário ser o Sp. Espinho.”

Com a próxima época já estruturada, o esqueleto da equipa vai manter-se, até porque deu bons resultados. “O plantel será composto maioritariamente por jogadores portugueses, apesar de o campo de recrutamento não ser tão alargado como desejável. Mas faremos os possíveis para manter esta filosofia.”

Em jeito de balanço do que foi a primeira fase do Campeonato Nacional, Hugo Silva é da opinião que “houve claramente maior equilíbrio, muito por culpa de duas ou três equipas que ‘aborreceram’ as formações mais fortes, com reflexo positivo nas equipas que mantiveram o esqueleto de anos anteriores”.

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