O facto de nunca ter estado a perder no campeonato até à 17.ª jornada atrasou a reação do FC Porto ao tento de Raphinha?
É verdade, em parte, pois criou-se alguma ansiedade resultante de uma situação que a equipa nunca tinha enfrentado. A manobra ofensiva não carburou como habitualmente e daí a incapacidade de ter reagido até ao intervalo. Deve ser igualmente registada a boa organização defensiva do Vitória.
Falhas de concentração vitorianas, levando a perdas de bola e permitindo a reviravolta, traíram o rigor tático de Pedro Martins?
Sim, o V. Guimarães lidou muito mal com a pressão do FC Porto na segunda parte, abrindo espaços fatais para os ataques rápidos, que, como se sabe, tornam os dragões imparáveis. Daí e até à goleada foi um abrir e fechar de olhos.
Génio de Brahimi continua subvalorizado no futebol português face à qualidade das suas exibições?
É inegável. Brahimi é um supercraque, e agora está finalmente a demonstrar que tem potencial para chegar muito mais longe.
O FC Porto teve mais cabeça fria do que em Santa Maria Feira em relação às polémicas da arbitragem?
Sem dúvida, este desafio é uma boa lição para a equipa perceber de vez que tem de estar apenas focada no que é essencial, ou seja, o jogo. O rendimento sobe como se viu e deste modo evitam-se castigos desnecessários.