Um defesa pisa ostensivamente a perna do adversário que está no chão e em vez de ser expulso… ganha uma falta a seu favor.
Um avançado cai na área, rasteirado pelo adversário. Penálti ou simulação? O árbitro decide-se logo… pelo amarelo, sentido que o jogador o enganou. Após longa conversa com o VAR vai ver as imagens e mantém a decisão. Todos os ex-árbitros que ‘julgam’ nas televisões e nos jornais viram penálti. Mas não o árbitro.
Um jogador é pontapeado pelo adversário, na área deste. Penálti que as imagens confirmam. O árbitro… nem as vai ver, simplesmente decide que não se passou nada.
O jogo está a chegar ao fim, a ação desenrola-se na área da equipa que vence por 1-0. No exato momento em que dois jogadores vão discutir a posse da bola, o árbitro apita para o final… de costas para o lance. Azar. O avançado da equipa que está a perder é rasteirado nesse mesmo instante! Mas já acabou...
O que acima se descreve são lances ocorridos, nessa mesma sequência, em quatro jogos dos primeiros classificados da Liga. O árbitro de todas estas decisões foi Rui Costa.
E é perante um quadro tão absurdo quanto este que a APAF quer que comamos e nos calemos? Pede a APAF silêncio em torno das arbitragens para quê? Para ‘esconder’ este tipo de ações?
Em relação a Rui Costa a questão é esta: estamos perante alguém verdadeiramente incompetente ou um personagem sem pingo de bom senso? Estou em pulgas para ver qual a classificação dele no final...
Por José Ribeiro