Detroit Become Human: O poder das decisões

Quem já lançou jogos como Heavy Rain e Beyond: Two Souls merece todo o crédito. A Quantic Dream conseguiu ganhar um tremendo respeito no seio da comunidade gamer depois destes dois fenomenais videojogos e prepara-se agora para mais uma investida de sucesso com Detroit: Become Human, uma distopia futurista que tem como pano de fundo a narrativa de Kara, uma andróide que tem de lutar pela sobrevivência numa sociedade turbulenta e sectarizada entre humanos e máquinas.

O jogo chega ao mercado no dia 25 de maio mas a expectativa em torno deste título já tem vários meses. Desde que as primeira imagens sairam para o domínio público que todos entenderam que estamos perante um jogo diferenciado e que certamente segue a linha dos dois antecessores da Quantic Dream - densidade dramática, apuro de processos e uma aposta definitiva na narrativa, ao invés de se perder apenas em ardis gráficos e dinâmicas de combate bacocas.

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Arriscaria até dizer que estamos perante o produto mais maduro desta equipa de desenvolvimento, que consegue agora colocar-se num patamar de excelência.

No que diz respeito às vozes dos protagonistas, nota positiva para quem se preocupou em garantir que podemos contar com atores bem conhecidos do nosso país. Diogo Morgado será Markus RK200, Victória Guerra assume o papel de Kara AX400 e José Mata é Connor RK800. Mais um dado positivo sobre este jogo, que ao conseguir colocar atores portugueses a dar voz aos personagens, ajuda e muito no envolvimento que podemos estabelecer.

Recorde-se que Detroit: Become Human aposta forte numa narrativa ramificada onde cada uma das nossas decisões determinará a chegada a vários destinos possíveis. Aliás, os dilemas pessoais complexos são mais do que muitos e tudo gira em torno daquilo que pretendemos fazer com a nossa linha de história.

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Opções. Adam Williams, a quem coube a grata tarefa de escrever a história, explica assim aquilo com que vamos lidar: "Há um mapa de todas as possibilidades no jogo, que mais parece uma constelação ou uma galáxia. A questão ‘quantos finais tem o jogo?’ não pode ser respondida. Não há uma versão canónica de Detroit: Become Human. Não é uma história única que se possa ajustar. O jogo é um contexto no qual poderemos criar a nossa própria história. E por isso estou animado para ver as histórias que as pessoas escolherão contar."

Uma obra de arte com a qual nos poderemos deleitar em breve.

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Por João Seixas
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