Manning procura final feliz

A pouco mais de um mês de fazer 40 anos, Peyton Manning prepara-se para o jogo mais emocional da carreira. Não, não é ‘apenas’ por ir liderar os Denver Broncos na edição 50 do Super Bowl frente aos Carolina Panthers. Tudo aponta para que o jogo de hoje, no Levi’s Stadium, seja o último da carreira para aquele que é um dos melhores quarterbacks da história. Depois de superar os New England Patriots na final da Conferência AFC, o veterano terá dito a Bill Belichick, treinador dos Pats, que o caminho estava a chegar ao fim. "Este deve ter sido o meu último ‘rodeo’. Foi um prazer", confessou.

Para trás fica uma carreira repleta de recordes, alcançados ao serviço dos Indianapolis Colts (foi a 1.ª escolha do Draft em 1998) e dos Denver Broncos, o projeto que abraçou a partir de 2012, após deixar os Colts. É fácil perceber o impacto que Peyton teve no jogo: é o líder absoluto de touchdowns lançados (539) e de jardas através do passe (71.940), foi eleito MVP por cinco vezes (2003, 2004, 2008, 2009 e 2013) e mereceu um lugar no Pro Bowl em doze ocasiões. Números fantásticos aliados à qualidade humana

PUB

Só um anel

Como em todos os desportos, uma carreira brilhante precisa de títulos para ficar imortalizada. E é este o único ponto que ‘belisca’ Manning. Pese embora ter alcançado recordes, apenas se sagrou campeão por uma vez (2007), então ao serviço dos Colts, sendo considerado o MVP do Super Bowl. No entanto, falhou nas finalíssimas de 2007, 2010 e 2014. Agora, frente à temível defesa dos Panthers, tem oportunidade de fechar a carreira com chave de ouro e com mais um anel. Não só reforçava o seu legado como poderia orgulhar-se de um final digno de um filme.

Por Pedro Gonçalo Pinto
Deixe o seu comentário
PUB
PUB
PUB
PUB
Ultimas de Atual

A guerra dos pinos

Melhores do ranking falham a competição em Doha, cujos prémios monetários estão aquém dos torneios internacionais

Notícias
Notícias Mais Vistas
PUB