Nos dias de hoje é difícil a um atleta de primeira linha dizer não a 18 mil euros. Mas é isso que sucede a quem tem francas aspirações a brilhar nos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em agosto. Uma medalha de ouro no Brasil tem um valor completamente diferente e até pode valer a independência financeira. Tudo depende do país, da especialidade e dos adversários.
Quem está na rota para o Rio de Janeiro não se pode preocupar em demasia com o Campeonato do Mundo de pista coberta (de 17 a 20 deste mês) em Portland, nos Estados Unidos, prevendo-se, por isso, muitas ausências.
O atletismo indoor tem uma grande tradição nos States e para receber o Mundial foi construído um novo complexo com capacidade para 7 mil pessoas. A Federação Internacional (IAAF) procura dar uma nova aragem, depois de ter mergulhado no pior cenário com tantos casos de doping e de suborno.
Seria bom para a IAAF que este Mundial pudesse trazer algo de novo. Há jovens com potencialidade, sobretudo na velocidade feminina, mas, mesmo assim, serão os veteranos a ditar a lei.
Um dos momentos altos será o salto com vara, disciplina onde o francês Renaud Lavillenie tem sido rei e senhor nos últimos anos. Foi ele que superou, em 2014, o recorde mundial do consagrado Sergey Bubka, que perdurava desde 1993. Já tem a medalha de ouro olímpica (Londres’2012) e em recinto coberto também já subiu ao primeiro lugar do pódio num Mundial, em Istambul (2012).
Numa disciplina tão técnica como o salto com vara, um atleta da valia de Lavillenie sente-se confortável para fazer dois pontos altos na temporada. E como a margem de segurança é grande para a concorrência, ainda se sente mais à vontade.
Já no domínio da velocidade pura o caso muda de figura. E o jamaicano Usain Bolt nem sequer correu este ano. Para não se expor. Nos Jogos é que é.
Por Norberto SantosProva arranca em Inglaterra na quarta-feira
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