O Mundial de xadrez vai cumprir a sua tradição de atribuição do título, que começou em1886, o mais antigo na história do desporto. O match realiza-se em Nova Iorque (EUA), entre 11 e 30 deste mês, e vai continuar, com transmissões em direto na Internet, a atrair milhões de apaixonados, num embate entre dois grandes génios da modalidade, o norueguês Magnus Carlsen e o russo Sergey Karjakin. Os dois vão dar aso à sua imaginação, entre outras qualidades, como a concentração, estratégia, previsão, memória, controlo dos nervos, capacidade de decisão, criatividade, organização, autocrítica, objetividade, intuição, capacidade de cálculo, lógica e muita resistência.
Nas 12 partidas que vão decidir o match, o favoritismo pertence a Carlsen, porque é o n.º 1 do ranking mundial, campeão em título desde 2013, tem um talento inato e no confronto direto com Karjakin detém 4 vitórias contra uma derrota e 15 empates.
Mas o russo é talvez dos xadrezistas mundiais que melhor pode contornar esta supremacia, detendo uma experiência assinalável, desde que se tornou grande mestre aos 12 anos, 7 meses e zero dias, o mais jovem de sempre na história do xadrez.
Karjakin tem, ainda, na bagagem toda a herança da escola soviética, sendo treinado por alguns dos melhores técnicos e vem com um bom ritmo depois de ter conquistado o Torneio de Candidatos perante a nata do xadrez internacional, como Fabiano Caruana (n.º 3 do ranking), Vishy Anand (n.º 8 e ex-campeão mundial), Peter Svidler (19.º), Levon Aronian (5.º), Anish Giri (14.º), Hikaru Nakamura (7.º) e Veselin Topalov (13.º e ex-campeão mundial), aos quais ganhou em Moscovo isolado com um ponto de avanço.
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