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No último ano, Novak Djokovic tem elevado o seu domínio do circuito ATP a patamares quase nunca antes vistos: recorde de pontos no ranking mundial, conquista de três dos quatro torneios do Grand Slam de 2015, das ATP World Tour Finals, de seis dos nove torneios Masters 1000 e ainda um recorde pessoal de 16 finais consecutivas, que o colocam a apenas duas do recorde absoluto dessa estatatística.
Entre os próximos dias 18 e 31, em Melbourne, o sérvio, de 28 anos, volta a ser o grande favorito à conquista do Open da Austrália, um torneio muito especial para ele, não só porque foi lá que venceu um major pela primeira vez, em 2008, mas também por ter sido ali que venceu cinco torneios do Grand Slam – metade do seu total. No tórrido calor de Melbourne – esperam-se temperaturas a rondar os 40 graus na primeira semana – Novak Djokovic vai, assim, procurar igualar o recorde de títulos de Roy Emerson (6) e confirmar todo o favoritismo que foi consolidando ao longo dos últimos anos.
Stan Wawrinka, Andy Murray e Roger Federer, três dos únicos quatro homens a baterem Djokovic em 2015, voltam a ser os crónicos candidatos a impedir que o sérvio chegue ao 11.º título do Grand Slam, mas Rafael Nadal, em subida de forma, também sonha.
Nas senhoras, Serena Williams regressa ao circuito após quatro meses parada – desde as meias-finais perdidas no US Open, mas continua como número um mundial e clara favorita.
Sousa histórico
A bandeira portuguesa em torneios do Grand Slam volta a ser erguida no quadro principal por João Sousa, que faz história por se tornar no primeiro português de sempre a entrar em Melbourne com o estatuto de cabeça-de-série. Uma condição que lhe confirma que não vai encontrar qualquer tenista de topo até à terceira ronda, fase à qual conseguiu chegar no ano passado.
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