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O início do século XVI, os portugueses chegaram à Malásia, mais precisamente a Malaca, onde ainda hoje se podem ouvir algumas palavras na língua de Camões. O século XXI trouxe novos conquistadores: não de arma mas sim de raqueta na mão. Marcos Freitas, Tiago Apolónia, João Monteiro, João Geraldo e Diogo Chen partem para o Mundial por equipas de ténis de mesa de Kuala Lumpur onde, entre hoje e dia 6 de março, vão à procura de uma inédita medalha nesta competição e já de olho no Rio’2016.
Partindo como 5.º pré-designado, Portugal ganhou direito próprio a intrometer-se na luta pela glória mundial. Desde o dia 5 de agosto de 2012, aquele em que 360 mil portugueses trocaram uma tarde de domingo de praia pelos quartos-de-final dos Jogos de Londres, em que Portugal se bateu de igual para igual com a Coreia do Sul, que os nossos mosqueteiros já conquistaram um Europeu por equipas e inúmeras medalhas individuais. Falta brilhar no Mundial. E com a Alemanha, sem o lesionado Dimitrij Ovtcharov, e a Áustria, sem Daniel Habesohn, as possibilidades parecem aumentar, naquele que será, não só para Portugal como para as restantes seleções, o ensaio geral para a grande competição do ano: os Jogos Olímpicos do Rio. Chegar à medalha pressupõe fazer um pouco melhor do que no último Mundial, em que a Seleção Nacional foi eliminada pelo Japão nos quartos-de-final.
Derrubar a muralha
A ambição nacional terá de se haver com o enorme poder das equipas asiáticas, nomeadamente da China, que não sabe o que é perder um Mundial por equipas desde... 2001! E em Kuala Lumpur apresenta-se com Ma Long, Fan Zhendong, Xu Xin, Zhang Jike e Fang Bo, respetivamente 1.º, 2.º, 3.º, 4.º e 10.º do ranking mundial. Uma muralha muito difícil de derrubar.
De lembrar que Portugal estará também representado na Malásia pela sua equipa feminina, mas no 2.º escalão.
Lídia Paralta Gomes
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